Atividade:
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Finalidade
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| Passos | |
| Artefatos Informados: | Artefatos Resultantes: |
| Papel: Implementador | |
| Detalhamentos do Fluxo de Trabalho: |
Observação: a implementação e a modificação de componentes são efetuadas no contexto do gerenciamento de configuração no projeto. Os implementadores recebem um espaço de trabalho privado para desenvolvimento (consulte Atividade: Criar Espaço de Trabalho de Desenvolvimento) onde realizam seu trabalho, conforme as orientações do Artefato: Ordem de Trabalho. Nesse espaço de trabalho, os elementos de origem são criados e colocados sob o gerenciamento de configuração, ou são modificados no ciclo comum de check-out, edição, build, teste unitário e check-in (consulte Atividade: Fazer Mudanças em Itens de Configuração). Após a conclusão de alguns conjuntos de componentes (conforme definido por uma ou mais Ordens de Trabalho e conforme exigido para um próximo build), o implementador liberará (consulte Atividade: Liberar Mudanças) os componentes novos e modificados associados no espaço de trabalho de integração do subsistema, para integração com o trabalho de outros implementadores. Por fim, em um momento conveniente, o implementador poderá atualizar (ou criar nova baseline para) o espaço de trabalho de desenvolvimento privado, de modo que fique consistente com o espaço de trabalho de integração do subsistema (consulte Atividade: Atualizar Espaço de Trabalho).
O primeiro passo é estabilizar o defeito (ou seja, um sintoma), para que ocorra de forma segura. Se isso não for possível, será muito difícil localizar a falha.
Tente limitar o caso de teste identificando quais são os fatores nele contidos que causam o defeito e quais são irrelevantes para o defeito. Para descobrir se um fator é irrelevante, altere o fator em questão e execute o caso de teste. Se o defeito ainda ocorrer, provavelmente esse fator poderá ser eliminado.
Se obtiver êxito, você deverá terminar com pelo menos um caso de teste que cause o defeito e com alguma idéia dos fatores relacionados à ocorrência do defeito.
O passo seguinte é executar os casos de teste que causam o defeito e tentar identificar em que local do código se encontra a origem da falha. Alguns exemplos de formas para localizar uma falha são:
Após a localização da falha, é hora de corrigi-la. Essa deve ser a parte fácil. São mencionadas a seguir algumas diretrizes a serem lembradas:
Após a correção da falha, adicione um caso de teste especial que verifique essa falha em particular.
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Rational Unified Process
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