Atividade:
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Finalidade
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| Passos | |
| Artefatos Informados: | Artefatos Resultantes: |
| Freqüência: Conforme solicitado no Plano de Gerenciamento de Configuração - geralmente executado após o teste do sistema e antes do teste de aceitação. | |
| Papel: Gerente de Configuração | |
| Detalhamentos do Fluxo de Trabalho: |
Uma Auditoria de Configuração Física (PCA) identifica os componentes de um produto que serão implantados do Repositório do Projeto. Os passos são:
Algumas organizações usam uma Auditoria de Configuração Física para confirmar a consistência do design e/ou documentação do usuário com o código. O Rational Unified Process recomenda que a verificação dessa consistência seja executada como parte da atividade de revisão no decorrer do processo de desenvolvimento. No último estágio, as auditorias devem se limitar a verificar os produtos liberados necessários que estão presentes, sem se preocupar em revisar o conteúdo.
Uma Auditoria de Configuração Funcional (FCA) confirma que uma baseline atende aos requisitos estabelecidos para ela. Os passos para a execução dessa auditoria são:
Se houver alguma discrepância, ela será capturada em Descobertas da Auditoria de Configuração conforme descrito anteriormente. Além disso, os seguintes passos deverão ser executados:
Para artefatos ausentes, a ação apropriada é geralmente controlar a configuração do artefato ou criar uma CR ou tarefa que produzirá o artefato ausente.
No caso de requisitos não testados ou reprovados no teste, o requisito pode ser estabelecido para uma baseline posterior ou negociado para ser removido do conjunto de requisitos.
Para CRs em aberto, a CR pode ser simplesmente fechada, testada ou adiada para uma baseline posterior.
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Rational Unified Process
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