Glossário

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ABC
Custo Baseado em Atividades
ABM
Gerenciamento Baseado em Atividades
abstração
A criação de uma visão ou de um modelo que suprime detalhes desnecessários para dar ênfase a um determinado conjunto de detalhes mais interessante
As características essenciais de uma entidade que a distinguem de todos os outros tipos de entidades. Uma abstração define um limite em relação à perspectiva do espectador.
A ação através da qual o cliente aceita a propriedade de produtos de software como o cumprimento parcial ou completo de um contrato.
ação
A especificação de uma sentença executável que gera uma abstração de um procedimento computacional. Em geral, uma ação resulta em uma mudança no estado do sistema e pode ser realizada enviando uma mensagem a um objeto ou modificando um link ou o valor de um atributo.
ação assíncrona
Uma solicitação na qual o objeto de envio não é interrompido para aguardar os resultados. Compare com: ação síncrona.
ação de entrada
Uma ação executada ao entrar em um estado em uma máquina de estado, independentemente da transição usada para atingir esse estado.
ação de saída
Uma ação executada ao sair de um estado em uma máquina de estado, independentemente da transição usada para sair desse estado.
ação síncrona
Uma solicitação na qual o objeto de envio é interrompido para aguardar pelos resultados. Compare com: ação assíncrona.
acionar
Executar uma transição de estado. Consulte transição.
ACL
Lista de Controle de Acesso
acoplamento
Grau de dependência entre os componentes. Há dois tipos de acoplamento: "frouxa" e "apertada". O acoplamento frouxo é desejável para suportar uma arquitetura de software extensível, mas o acoplamento apertado pode ser necessário para obter desempenho máximo. O acoplamento é aumentado quando os dados trocados entre componentes tornam-se maiores e mais complexos. Compare com: coesão.
Active Server Pages (ASP)
Active Server Pages (da Microsoft) é uma tecnologia que visa fornecer comportamento dinâmico a aplicativos da Web.
Agente de Solicitação de Objetos (ORB)
Um termo CORBA que designa os meios pelos quais objetos fazem solicitações e recebem respostas de objetos de forma transparente, sejam eles locais ou remotos.
agregação
Uma associação que modela um relacionamento de inclusão entre um agregado (o todo) e suas partes.
Uma forma especial de associação que especifica um relacionamento de inclusão entre o agregado (o todo) e uma parte de componente. Consulte composição.
agregação composta
Sinônimo: composição.
ambiente
(1) Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é definir e gerenciar o ambiente no qual o sistema está sendo desenvolvido. Inclui descrições do processo, gerenciamento de configuração e ferramentas de desenvolvimento. (2) Instância específica de uma configuração de hardware e de software criada com a finalidade de desenvolver e testar um software, ou na qual o produto final será implantado. Consulte ambiente de teste e ambiente de implantação.
ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)
Um software composto por um editor, um compilador e um depurador.
ambiente de implantação
Uma instância específica de uma configuração de hardware e software criada com a finalidade de instalar e executar o software desenvolvido para o uso pretendido. Consulte ambiente de teste e ambiente.
ambiente de teste
Uma instância específica de uma configuração de hardware e software criada com a finalidade de realizar testes em condições conhecidas e controladas. Consulte ambiente de implantação e ambiente.
American Standard Code for Information Interchange (ASCII)
Código Padrão Americano para Troca de Informações. Esquema de codificação de caracteres de 8 bits usado pela maioria dos PCs e sistemas UNIX. Ele substitui o antigo padrão ASCII de 7 bits.
análise
A parte do processo de desenvolvimento de software cuja principal finalidade é formular um modelo do domínio do problema. A análise enfoca o que fazer, enquanto o design enfoca como fazê-lo. Consulte design.
análise e design
Uma disciplina no Processo Unificado cuja finalidade é mostrar como os casos de uso do sistema serão realizados na implementação; atividades (gerais) durante as quais decisões táticas e estratégicas são tomadas para atender os requisitos funcionais e de qualidade de um sistema. Para obter o resultado de atividades de análise e design, consulte Modelo de Design.
analista
Membro da equipe do projeto, responsável por identificar e interpretar as necessidades dos principais envolvidos, comunicando-as à equipe.
API
Interface de Programação de Aplicativos
aplicativo
Em programação Java, é um programa Java autônomo e auto-suficiente que inclui o método main(). Compare com: applet.
aplicativo da Web
Um sistema que usa a Internet como principal meio de comunicação entre o sistema e seus usuários. Consulte também sistema da Web
APPC
Comunicação Avançada Entre Programas
applet
Um programa Java projetado para executar em um navegador da Web. Compare com: aplicativo.
argumento
Uma vinculação de um parâmetro que se decompõe em uma instância em tempo de execução. Sinônimo: parâmetro real. Compare com: parâmetro.
Elemento de dados (ou valor) incluído como parâmetro em uma chamada de método. Os argumentos fornecem informações adicionais que o método de chamada pode usar para realizar a operação solicitada.
arquitetura
O conceito de nível mais alto de um sistema em seu ambiente [IEEE]. A arquitetura de um sistema de software (em determinado momento) é sua organização ou estrutura de componentes significativos interagindo através de interfaces, componentes estes compostos de interfaces e componentes cada vez menores.
A estrutura organizacional de um sistema. Uma arquitetura pode ser repetidamente decomposta em partes que interagem através de interfaces, relações que conectam partes e restrições para associar partes. As partes que interagem através de interfaces incluem classes, componentes e subsistemas.
arquitetura da linha do produto
Define tipos de elementos, a forma como eles interagem e como a funcionalidade do produto é mapeada para eles. Pode ir mais longe também ao definir algumas das instâncias dos elementos de arquitetura. Em geral, esse termo se aplica a um conjunto de produtos em uma organização ou empresa. [HOF98]
Arquitetura de Agente de Solicitação de Objetos Comuns (CORBA)
Um especificação de middleware que define um barramento de software - o Agente de Solicitação de Objetos (ORB) - que fornece a infra-estrutura.
arquitetura do software
A arquitetura de software abrange:
  • as decisões significativas sobre a organização de um sistema de software
  • a seleção dos elementos estruturais e das interfaces através das quais o sistema é composto em conjunto com o comportamento, como especificado na colaboração entre esses elementos
  • a composição dos elementos estruturais e comportamentais em subsistemas progressivamente maiores
  • o estilo de arquitetura que guia essa organização, esses elementos e suas interfaces, suas colaborações e sua composição
A arquitetura de software não diz respeito apenas a estrutura e comportamento, mas também a uso, funcionalidade, desempenho, flexibilidade, reutilização, abrangência, restrições tecnológicas e econômicas, trocas e estética.
arquitetura executável
Uma arquitetura executável é uma implementação parcial do sistema, criada para demonstrar propriedades e funções selecionadas do sistema, especialmente aquelas que satisfazem requisitos não funcionais. Ela é criada durante a fase de elaboração para diminuir os riscos relacionados a desempenho, rendimento, capacidades, confiabilidade, etc. a fim de que a capacidade funcional completa do sistema possa ser adicionada na fase de construção de uma forma segura, sem receio de que haja quebra. O RUP pretende que a arquitetura executável seja criada como um protótipo evolutivo, com a intenção de manter o que funciona (e satisfaz os requisitos) e torná-lo parte do sistema liberado.
arquitetura, executável
Consulte arquitetura executável.
arquivo de recurso
Um arquivo ao qual é feita referência a partir do programa Java. Elementos gráficos e arquivos de áudio são alguns exemplos.
artefato
(1) Uma informação que (1) é produzida, modificada ou usada por um processo, (2) define uma área de responsabilidade e (3) está sujeita a controle de versão. Um artefato pode ser um modelo, um elemento de modelo ou um documento. Um documento pode conter outros documentos.
Uma informação que é usada ou produzida por um processo de desenvolvimento de software. Um artefato pode ser um modelo, uma descrição ou um software. Sinônimo: produto.
artefato estático
Um artefato usado, mas não alterado, por um processo.
ASCII
Código Padrão Americano para Troca de Informações
ASP
Active Server Pages
aspecto comportamental do modelo
Um aspecto de modelo que enfatiza o comportamento das instâncias em um sistema, incluindo seus métodos, colaborações e históricos de estado.
aspecto do modelo
Uma dimensão de modelagem que enfatiza determinadas qualidades do metamodelo. Por exemplo, o aspecto estrutural do modelo enfatiza as qualidades estruturais do metamodelo.
aspecto estrutural do modelo
Um aspecto do modelo que enfatiza a estrutura dos objetos de um sistema, inclusive seus tipos, classes, relacionamentos, atributos e operações.
assinatura
O nome e os parâmetros de uma característica comportamental. Uma assinatura pode incluir um parâmetro retornado opcional.
associação
Um relacionamento que modela uma conexão semântica bidirecional entre instâncias.
O relacionamento semântico entre dois ou mais classificadores que especifica conexões entre suas instâncias.
associação binária
Uma associação entre duas classes. É um caso especial de associação enária.
associação de comunicação
Uma associação de comunicação é uma associação entre uma classe de ator e uma classe de caso de uso, que indica haver interação entre suas instâncias. A direção da associação indica o iniciador da comunicação (convenção do Processo Unificado).
associação de comunicação
Em um diagrama de desenvolvimento, é uma associação entre nós que implica em uma comunicação. Consulte diagrama de desenvolvimento.
associação enária
Uma associação entre três ou mais classes. Cada instância da associação é uma n-tupla de valores das respectivas classes. Compare com: associação binária.
ataque
Uma tentativa planejada e metódica de danificar ou enganar a operação normal de um software em execução. Geralmente de natureza maldosa, o conceito de ataques em softwares provenientes da comunidade é conhecido como hackers ou crackers. Eles usam várias técnicas para atacar sistemas de software, normalmente para enganar softwares de segurança e obter entrada ilegal no sistema host. São exemplos de técnicas reconhecidas de ataque: excesso de buffer, negação de serviço, restrição de recursos e cavalo de Tróia. Este termo foi adotado pelos profissionais que testam softwares ao discutir os métodos pelos quais eles poderiam expor possíveis erros em um sistema de software.
ativação
A execução de uma ação.
atividade
Uma unidade de trabalho que um papel pode ser solicitado a executar.
ator de negócio (instância)
Alguém ou algo fora do negócio que interage com ele.
ator (instância)
Alguém ou algo fora do sistema que interage com ele.
atributo
Um atributo definido por uma classe representa uma propriedade nomeada da classe ou de seus objetos. O atributo tem um tipo que define o tipo de suas instâncias.
Um recurso dentro de um classificador que descreve um intervalo de valores que pode se mantido por instâncias do classificador.
atributo de requisito
Informações associadas a um determinado requisito que fornecem um link entre o requisito e outros elementos do projeto; por exemplo, prioridades, programações, status, elementos de design, recursos, custos, riscos.
Autoridade de Revisão de Projeto (PRA)
A entidade organizacional à qual o Gerente de Projeto se reporta. A PRA é responsável por assegurar que um projeto de software esteja de acordo com políticas, práticas e padrões. Consulte Conceitos: Contexto Organizacional para o Rational Unified Process.
Autoridade do Processo de Engenharia de Software (SEPA)
A entidade organizacional responsável pela definição, avaliação e melhoria do processo. Consulte Conceitos: Contexto Organizacional para o Rational Unified Process.
autoridade técnica
A autoridade técnica do projeto é quem tem a autoridade e o conhecimento técnico para arbitrar se e como uma solicitação de mudança será implementada. Ela define tarefas de mudança e estima o esforço de engenharia, correspondente a uma solicitação de mudança.

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banco de dados
(1) Uma coleção de dados relacionados armazenados juntos, com redundância controlada de acordo com um esquema, para ser utilizado por um ou mais aplicativos. (2) Todos os arquivos de dados armazenados no sistema. (3) Um conjunto de dados armazenados juntos e gerenciados por um sistema de gerenciamento de banco de dados.
baseline
Um release revisado e aprovado de artefatos que constitui uma base ajustada para desenvolvimento ou evolução posterior e que só pode ser alterado através de um procedimento formal, como gerenciamento de mudança e controle de configuração.
baseline arquitetural
A baseline no final da fase de Elaboração, quando a estrutura básica e o comportamento do sistema estão estabilizados.
Bean
Um pequeno componente que pode ser usado para criar aplicativos. Consulte JavaBean.
bean composto
Um bean que é formado por outros beans. Um bean composto pode conter beans visuais, beans não-visuais ou ambos. Consulte também bean, bean não-visual e bean visual.
BeanInfo
Uma classe complementar de um bean que define um conjunto de métodos que podem ser acessados para recuperar informações em propriedades, eventos e métodos do bean.
biblioteca de classes
Uma coleção de classes.
biblioteca de vínculo dinâmico(DLL)
Um arquivo contendo um código executável e dados limitados a um programa em tempo de execução, e não em tempo de conexão. O C++ Access Builder gera beans e wrappers C++ que permitem aos programas Java acessarem DLLs C++.
boolean
Uma enumeração cujos valores são verdadeiros ou falsos.
boolean expression
Uma expressão que avalia um valor boolean.
build
Uma versão operacional de um sistema ou parte dele que demonstra um subconjunto dos recursos a serem fornecidos no produto final.

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caixa de areia
Um ambiente restrito, fornecido por um navegador da Web, no qual são executados os applets Java. A caixa de areia oferece serviços e evita que eles tomem alguma atitude indevida, como fazer entrada/saída de arquivo ou falar com estranhos (outros servidores que não aquele do qual o applet foi carregado). A analogia de applets como crianças foi o que levou o ambiente em que são executados a ser denominado caixa de areia.
camada
Uma forma específica de agrupar pacotes em um modelo do mesmo nível de abstração.
A organização de classificadores ou pacotes no mesmo nível de abstração. Uma camada representa um corte horizontal em uma arquitetura, ao passo que uma partição representa um corte vertical. Compare com: partição.
campeão do produto
Um indivíduo no alto da hierarquia em uma empresa que possui a visão do produto e age como um contato entre a área de desenvolvimento e o cliente.
campo
Consulte atributo.
cápsula
Um padrão de design específico que representa um thread de controle encapsulado no sistema. Uma cápsula é uma classe estereotipada com um conjunto específico de associações e propriedades obrigatórias e restritas.
característica comportamental
Uma característica dinâmica de um elemento de modelo como, por exemplo, uma operação ou um método.
característica estrutural
Uma característica estática de um elemento de modelo, como um atributo.
cardinalidade
O número de elementos em um conjunto. Compare com: multiplicidade.
caso de desenvolvimento
O processo de engenharia de software usado pela organização realizadora. Ele é desenvolvido como uma configuração (ou seja, uma personalização) do produto Unified Process e adaptado às necessidades do projeto.
caso de teste
A definição (geralmente formal) de um conjunto específico de inputs de teste, condições de execução e resultados esperados, identificados com a finalidade de avaliar um determinado aspecto de um item de teste-alvo. A diferença entre um caso de teste e uma idéia de teste é que o caso de teste é uma especificação do teste formada de maneira mais completa.
caso de uso (classe)
Uma descrição de comportamento do sistema em termos de seqüências de ações. Um caso de uso deve produzir um resultado de valor observável para um ator. Ele contém todos os fluxos alternativos de eventos referentes à produção do "resultado de valor observável".
Mais formalmente, um caso de uso define um conjunto de instâncias de casos de uso ou cenários.
Especificação de uma seqüência de ações (incluindo variantes) que um sistema (ou outra entidade) pode executar, interagindo com atores do sistema. Consulte instância de caso de uso, cenário.
CBD
Desenvolvimento Baseado em Componentes
CCB
Comitê de Controle de Mudança
CDR
Revisão Crítica de Design
cenário
Uma instância de caso de uso descrita, subconjunto de um caso de uso.
Seqüência específica de ações que ilustra comportamentos. Um cenário pode ser usado para ilustrar um interação ou a execução da instância de um caso de uso. Consulte interação e cenário de teste.
cenário de teste
Uma instância específica de um script de teste que fornece valores de dados específicos e, normalmente, um único caminho de execução. Consulte instância de caso de uso, cenário, procedimento de teste.
CGI
Common Gateway Interface (CGI)
chamada
Um estado de ação que dispara uma operação em um classificador.
chamada de método
Sinônimo para mensagem.
Chamada de Procedimento Remoto (RPC)
Um modelo de comunicação no qual as solicitações são feitas por chamadas de função para um procedimento distribuído localizado em outro lugar. O local dos procedimentos é transparente para o aplicativo chamador.
Chamada Remota de Método (RMI)
No JDK 1.1, é a API que possibilita escrever programas Java distribuídos, permitindo que métodos de objetos Java remotos sejam acessados a partir de máquinas virtuais Java.
ciclo
Um passeio completo pelas quatro fases: iniciação, elaboração, construção e transição. O intervalo de tempo entre o começo da fase de iniciação e o final da fase de transição. Consulte ciclo de teste
ciclo de teste
Um período de atividades de teste que contém a execução e a avaliação de testes. Cada iteração pode conter vários ciclos de teste ou nenhum; a maioria das iterações contém no mínimo um. Cada ciclo de teste começa com a aceitação de um build do software no ambiente de teste.
classe
Uma descrição de um conjunto de objetos que compartilham os mesmos atributos, operações, métodos, relacionamentos e semântica. Uma classe pode usar um conjunto de interfaces para especificar coleções de operações que ela fornece para seu ambiente. Consulte interface.
classe abstrata
Uma classe que permite que um conjunto de subclasses tenha o mesmo comportamento, mas que não foi projetada para ter instâncias. Uma classe abstrata representa um conceito; as classes dela derivadas representam implementações do conceito. Consulte também classe base. Compare com: classe concreta.
[classe] agregada
Uma classe que representa o "todo" em uma agregação (relacionamento de inclusão). Consulte agregação.
classe ativa
Uma classe que representa um thread de controle no sistema.
Uma classe cujas instâncias são objetos ativos. Consulte objeto ativo.
classe base
Uma classe a partir da qual derivam outras classes ou beans. A própria classe base pode ser derivada de outra classe base. Consulte classe abstrata.
[classe] composta
Uma classe relacionada a uma ou mais classes através de um relacionamento de composição. Consulte composição.
classe concreta
Uma classe que pode ser instanciada diretamente. Compare com: classe abstrata.
classe de análise
Uma abstração de um papel assumido por um elemento de design no sistema, geralmente dentro do contexto de uma realização de caso de uso. As classes de análise podem fornecer uma abstração para vários papéis, representando o comportamento comum desses papéis. Em geral, as classes de análise evoluem para um ou mais elementos de design; por exemplo, cápsulas e/ou classes de design ou subsistemas de design.
classe de associação
Um elemento de modelo que possui propriedades tanto de associação como de classe. Uma classe de associação pode ser vista como uma associação que também possui propriedades de classe ou como uma classe que também possui propriedades de associação.
classe de ator
Define um conjunto de instâncias de ator, no qual cada uma desempenha o mesmo papel em relação ao sistema.
Um conjunto coerente de papéis que usuários de casos de uso assumem ao interagir com esses casos de uso. Um ator tem um papel para cada caso de uso com o qual ele se comunica.
classe de ator de negócio
Define um conjunto de instâncias de ator de negócio, no qual cada uma assume o mesmo papel em relação ao negócio.
(classe) de caso de uso de negócios
Um caso de uso de negócios (classe) define um conjunto de instâncias de casos de uso de negócios, no qual cada instância é uma seqüência de ações realizada por um negócio que produz um resultado de valor observável para um determinado ator de negócio. Uma classe de caso de uso de negócios contém todos os principais fluxos de trabalho alternativos relacionados à produção do "resultado de valor observável". 
classe de controle
uma classe usada para modelar comportamentos específicos para um ou vários casos de uso.
classe de entidade
Uma classe usada para modelar informações que foram armazenadas pelo sistema e o comportamento associado a isso. Uma classe genérica, reutilizada em vários casos de uso, geralmente com características persistentes. Uma classe de entidade define um conjunto de objetos de entidade, que participam em vários casos de uso e geralmente permanecem em uso nesses casos de uso.
classe de fronteira
Uma classe usada para modelar a comunicação entre ambientes do sistema e seu funcionamento interno.
classe de objetos
Um template para definir os atributos e métodos de um objeto. Uma classe de objeto pode conter outras classes de objetos. A representação individual de uma classe de objeto é denominada objeto.
classe pai
A classe a partir da qual outro bean ou classe herda dados, métodos ou ambos.
classificação
Um atributo de um caso de uso ou cenário que descreve o impacto da arquitetura ou sua importância para um release.
classificação dinâmica
Uma variação semântica de generalização na qual um objeto pode alterar o tipo ou o papel. Compare com: classificação estática.
classificação estática
Uma variação semântica de generalização na qual um objeto não pode alterar tipo ou papel. Compare com: classificação dinâmica.
classificação múltipla
Uma variação semântica de generalização na qual um objeto pode pertencer diretamente a mais de uma classe. Consulte classificação dinâmica.
classificador
Um mecanismo que descreve características comportamentais e estruturais. Os classificadores incluem interfaces, classes, tipos de dados e componentes.
CLI
Interface de Nível de Chamada
cliente
Um classificador que solicita um serviço de outro classificador. Compare com: fornecedor.
cliente
Uma pessoa ou organização, interna ou externa à organização produtora, que assume a responsabilidade financeira pelo sistema. Em um sistema grande, não pode ser o usuário final. O cliente é o recipiente definitivo do produto desenvolvido e seus artefatos. Consulte também envolvido.
cliente leve
Refere-se normalmente a um sistema executado em uma máquina com recursos restritos ou em um sistema operacional pequeno. Clientes leves não exigem administração de sistema local e executam aplicativos Java liberados no
cliente/servidor
O modelo de interação em processamento de dados distribuídos, no qual um programa em um local envia uma solicitação a um programa em outro local e espera uma resposta. O programa que solicita é chamado de cliente, enquanto o programa que responde chama-se servidor.
CM
Consulte Gerenciamento de Configuração.
cobertura do teste
Um termo usado genericamente para fazer referência a como a extensão do teste deve ser ou tem sido medida. Abordagens típicas para medir a extensão do teste incluem: considerar o grau em que um determinado conjunto de testes lida com as especificações formais de casos de teste especificados para um determinado sistema ou componente.
COBOL
Linguagem Comum Orientada a Negócios
coesão
A união congênita de componentes do mesmo tipo que dependem uns dos outros. Ato ou estado de juntar, unir. Compare com: acoplamento
colaboração
(1) É a descrição de uma coleção de objetos que interagem para implementar algum comportamento dentro de um contexto. Ela descreve uma sociedade de objetos de cooperação associados para alguma finalidade. (2) Ela capta um visão mais abrangente do comportamento na troca de mensagens dentro de uma rede de objetos. (3) As colaborações mostram a unidade das três principais estruturas da computação: estrutura de dados, fluxo de controle e fluxo de dados. (4) Uma colaboração tem uma parte estática e uma parte dinâmica. A parte estática descreve os papéis que objetos e links assumem em uma instanciação da colaboração. A parte dinâmica consiste em uma ou mais interações dinâmicas que mostram o fluxo de mensagens através do tempo na colaboração para realizar cálculos. Uma colaboração pode ter um conjunto de mensagens para descrever seu comportamento dinâmico. (5) Uma colaboração com mensagens é uma interação.
Especificação de como uma operação ou um classificador (como um caso de uso, por exemplo) é realizado por um conjunto de classificadores e associações com papéis específicos, usados de uma determinada forma. A colaboração define uma interação. Consulte interação.
COM
Modelo de Objeto Componente (Microsoft)
comentário
Uma anotação anexada a um elemento ou a uma coleção de elementos. Uma nota não tem semântica. Compare com: restrição.
comércio eletrônico
(1) A transação de negócios através de uma mídia eletrônica como a Internet ou (2) um negócio que usa tecnologia da Internet e computação de rede em processos de negócios internos (através de intranets), em seus relacionamentos de negócios (através de extranets) e na compra e venda de produtos, serviços e informações (através de comércio eletrônico).
comitê de controle de mudança (CCB)
O papel do CCB é fornecer um mecanismo de controle central para assegurar que toda solicitação de mudança seja devidamente considerada, autorizada e coordenada.
Common Gateway Interface (CGI)
Um protocolo padrão através do qual um servidor Web pode executar programas na máquina do servidor. Os programas CGI são executados em resposta a solicitações de navegadores Web do cliente.
Compilador de RMI
O compilador que gera stubs e arquivos básicos que facilitam a comunicação de RMI. Este compilador pode ser disparado automaticamente no item de menu Tools.
componente
Uma parte substituível, incomum e praticamente independente de um sistema que cumpre uma função clara no contexto de uma arquitetura bem definida. Um componente fornece e se adapta à realização física de um conjunto de interfaces.
Parte física e substituível de um sistema que empacota implementação, além de fornecer e se adaptar à realização de um conjunto de interfaces. Um componente representa uma parte física da implementação de um sistema, que inclui código de software (fonte, binário ou executável) ou equivalentes (como scripts ou arquivos de comandos).
comportamento
Os efeitos observáveis de uma operação ou evento, incluindo seus resultados.
composição
Uma forma de associação de agregação com propriedade total e vida útil coincidente como parte do todo. Partes com multiplicidade variável podem ser criadas depois do próprio composto; porém, uma vez criadas, vivem e morrem com ele, ou seja, compartilham toda a vida útil. Essas partes também podem ser removidas de forma explícita antes da morte do composto. A composição pode ser recursiva. Sinônimo: agregação composta.
Comunicação Avançada Entre Programas (APPC)
Um protocolo de comunicação usado principalmente em ambientes IBM.
concreta
Uma entidade em uma configuração que satisfaz uma função de uso final e que pode ser identificada de forma exclusiva em um determinado ponto de referência. (ISO)
condição de disputa
Uma condição que ocorre quando duas ou mais tarefas independentes podem tentar acessar e modificar simultaneamente as mesmas informações de estado. Esta condição pode levar a um comportamento inconsistente do sistema e é uma questão fundamental no design simultâneo de sistema.
condição de guarda
Uma condição que deve ser satisfeita a fim de permitir acionar uma transição associada.
Conectividade Aberta de Banco de Dados (ODBC)
Uma interface de programação de aplicativo (API) de banco de dados C, desenvolvida pela Microsoft, que permite o acesso a sistemas de gerenciamento de bancos de dados denominados "SQL sujeito a chamadas", que não exige o uso de um pré-processador SQL. Além disso, a ODBC fornece uma arquitetura que permite que os usuários adicionem módulos (denominados drivers de bancos de dados) que vinculam o aplicativo à opção por sistemas de gerenciamento de bancos de dados em tempo de execução. Isso significa que os aplicativos não precisam mais ser vinculados diretamente aos módulos de todos os sistemas de gerenciamento de banco de dados suportados.
conexão de parâmetros
Uma conexão que satisfaz um parâmetro de uma ação ou método ao fornecer o valor de uma propriedade ou o valor de retorno de uma ação, método ou script. O parâmetro é sempre a origem da conexão. Consulte também conexão.
conexão entre propriedades
Uma conexão de uma propriedade de um objeto para uma propriedade de outro objeto. Consulte também conexão.
conexão evento-método
Uma conexão de um evento gerado por um bean para um método de um bean. Quando ocorre um evento conectado, o método é executado. 
configuração
1) geral: A disposição de um sistema ou rede como definido pela natureza, pelo número e pelas principais características de suas unidades funcionais. Aplica-se tanto à configuração de hardware como de software.
(2) Os requisitos, o design e a implementação que definem determinada versão de um sistema ou de um componente do sistema. Consulte gerenciamento de configuração.
confirmação
A operação que termina uma unidade de trabalho para tornar permanentes as mudanças efetuadas em recursos (transação ou dados).
conjunto de artefatos
Um conjunto de artefatos relacionados que apresenta aspectos do sistema. Os conjuntos de artefatos atravessam disciplinas, já que diversos artefatos são usados em várias disciplinas; por exemplo, a Lista de Riscos, o Documento de Arquitetura de Software e o Plano de Iteração.
conjunto de caracteres de dois bytes (DBCS)
Um conjunto de caracteres no qual cada caractere é representado por 2 bytes. Idiomas como japonês, chinês, coreano, que contêm mais símbolos do que podem ser representados pelos 256 pontos de código, precisam de conjuntos de caracteres de dois bytes. Compare com conjunto de caracteres de um byte.
conjunto de caracteres de um byte
Um conjunto de caracteres no qual cada caractere é representado por um código de 1 byte.
conjunto de testes
Um artefato em forma de pacote usado para agrupar conjuntos de scripts de teste, para determinar a seqüência da execução dos testes e para oferecer informações úteis relacionadas ao Registro do Teste com as quais os Resultados do Teste podem ser definidos. Sinônimos: driver de teste, shell script.
construção
É a terceira fase do Processo Unificado, na qual o software é trazido de uma baseline arquitetural executável para o ponto no qual está pronto para ser transferido para a comunidade de usuários.
construtor
Um método de classe especial que tem o mesmo nome da classe e é usado para construir e possivelmente inicializar objetos do seu tipo de classe.
contêiner
(1) Uma instância que existe para conter outras instâncias e que fornece operações para acessar ou repetir seu conteúdo; por exemplo, matrizes, listas, conjuntos. (2) Um componente que existe para conter outros componentes.
contexto
Uma visão de um conjunto de elementos de modelagem relacionados voltados para uma determinada finalidade como, por exemplo, a especificação de uma operação.
Controlador de Visão de Modelo (MVC)
Uma arquitetura de aplicativos que separa os componentes do aplicativo: o modelo representa os dados ou a lógica de negócios; a visão representa a interface do usuário; e o controlador gerencia entrada de usuário ou, em alguns casos, o fluxo de aplicativos.
convenções de modelagem
Como os conceitos serão representados, restrições na linguagem de modelagem decididas pela equipe de gerenciamento do projeto; ou seja, sentenças como "Não use herança entre subsistemas."; "Não use associações de extensão ou inclusão no Modelo de Casos de Uso."; "Não use a construção amigável no C++.". Apresentado no Documento de Arquitetura de Software.
conversação
Um modelo de comunicação no qual dois aplicativos distribuídos trocam informações através de uma conversação. Geralmente, um aplicativo inicia (ou aloca) a conversação, envia alguns dados e permite que o outro aplicativo envie alguns dados. Os dois aplicativos continuam se alternando até que um decida finalizar (ou desalocar). O modelo de conversação é uma forma síncrona de comunicação.
Cookies
Pequenos arquivos criados pelo navegador da Web quando você visita sites da Web. O navegador envia o conteúdo do arquivo para o site em visitas subseqüentes.
CORBA
Arquitetura de Agente de Solicitação de Objetos Comuns
CR
Solicitação de Mudança
CRC
Classe-Responsabilidade-Colaboradores. Esta é uma técnica sobre desenvolvimento orientado a objetos, originalmente proposta por Ward Cunningham e Kent Beck, para ajudar a definir o que os objetos devem fazer no sistema (suas responsabilidades) e a identificar outros objetos (os colaboradores) que estejam envolvidos no cumprimento dessas responsabilidades. A técnica é descrita em [WIR90]. Os cartões CRC são uma forma de captar esses resultados usando cartões de índice normais.
criação de negócios
Realização de engenharia de negócios, na qual a meta é criar um novo processo de negócios, uma nova linha de negócios ou uma nova organização.
custo baseado em atividades (ABC)
Uma metodologia que avalia o custo e o desempenho de atividades, recursos e objetos de custo. Os recursos são atribuídos a atividades; em seguida, as atividades são atribuídas a objetos de custo com base no seu uso. O custo baseado em atividades reconhece as relações causais entre atividades e os responsáveis pelos custos. 

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DASD
Dispositivo de Armazenamento de Acesso Direto
DBA
Administrador de Banco de Dados
DBCS
Conjunto de Caracteres de Dois Bytes
DBMS
Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados
DCE
Distributed Computing Environment
DCOM
Modelo de Objeto Distribuído (Microsoft)
deadlock
Uma condição na qual dois threads de controle independentes são bloqueados, cada um esperando que o outro comece a agir. Geralmente o deadlock surge do acréscimo de mecanismos de sincronização para evitar condições de disputa.
declaração
Uma expressão lógica especificando um estado do programa que deve existir ou um conjunto de condições que variáveis do programa devem satisfazer em determinado momento durante a execução do programa.
defeito
Uma anomalia (ou falha) em um produto de trabalho liberado. Alguns exemplos são omissões e imperfeições encontradas durante as fases iniciais do ciclo de vida e sintomas de erros contidos em softwares maduros o suficiente para teste ou operação. Um defeito pode ser qualquer tipo de questão que você deseje rastrear ou resolver. Consulte também solicitação de mudança.
delegação
A capacidade de um objeto de emitir uma mensagem para outro objeto em resposta a uma primeira mensagem. A delegação pode ser usada como alternativa para a herança. Compare com: herança.
dependência
Um relacionamento entre dois elementos de modelagem, no qual uma mudança em um elemento de modelagem (o elemento independente) afetará o outro elemento de modelagem (o elemento dependente).
dependência de importação
Uma dependência estereotipada no design cuja origem é um pacote de design e cujo destino é um outro pacote de design diferente. A dependência de importação faz com que o conteúdo público do pacote de destino seja mencionável no pacote de origem.
descrição de documento
Descreve o conteúdo de um determinado documento.
desenvolvedor
Uma pessoa responsável pelo desenvolvimento da funcionalidade necessária de acordo com os procedimentos e os padrões adotados no projeto. Isso inclui a realização de atividades em qualquer uma das disciplinas de requisitos, análise e design, implementação e teste.
desenvolvimento a partir do zero
Desenvolvimento "começando do zero", em oposição à "evolução de um sistema existente " ou à "reengenharia de uma parte legada". O termo em inglês "green-field development" é originado da transformação que ocorre ao criar uma nova fábrica em um site não desenvolvido ("com grama").
desenvolvimento baseado em componentes (CBD)
A criação e implantação de sistemas intensivos de software associados a partir de componentes, assim como desenvolvimento e coleta desses componentes.
design
A parte do processo de desenvolvimento de software cuja finalidade principal é decidir como o sistema será implementado. Durante o design, decisões táticas e estratégicas são tomadas para atender aos requisitos funcionais e de qualidade de um sistema. Consulte análise.
desordenar
Sinônimo para desserializar.
desserializar
Construir um objeto a partir de um estado serializado. Sinônimo para desordenar e ressurgir.
detalhamento do fluxo de trabalho
Um agrupamento de atividades realizadas em colaboração para alcançar algum resultado. As atividades geralmente são realizadas em paralelo ou iterativamente, com a saída de uma atividade servindo de entrada para outra atividade. Os detalhamentos do fluxo de trabalho são usados para agrupar atividades a fim de fornecer um nível mais alto de abstração e aumentar a abrangência dos fluxo de trabalho.
diagrama
Uma representação gráfica parcial ou total de um modelo.
Apresentação gráfica de uma coleção de elementos de modelo, geralmente processados como um gráfico de arcos (relacionamentos) e vértices (outros elementos de modelo) conectados. A UML suporta os seguintes diagramas: diagrama de classes, diagrama de objetos, diagrama de casos de uso, diagrama de seqüência, diagrama de colaboração, diagrama de estados, diagrama de atividades, diagrama de componentes e diagrama de implantação.
diagrama de caso de uso
Um diagrama que mostra o relacionamento entre atores and casos de uso em um sistema.
diagrama de classes
Um diagrama que mostra uma coleção de elementos de modelo declarativos (estáticos), como classes, tipos, seus relacionamentos e conteúdo.
diagrama de colaboração
(1) Um diagrama de colaboração descreve um padrão de interação entre objetos. Ele mostra os objetos que participam da interação através dos links entre si e das mensagens que enviam uns aos outros. (2) Ele é um diagrama de classes que contém papéis de classificadores e papéis de associações em vez de simplesmente classificadores e associações. (3) Os diagramas de colaboração e os diagramas de seqüência mostram interações, mas enfatizam aspectos diferentes. Os diagramas de seqüência mostram claramente seqüências de tempo, mas não mostram relacionamentos de objetos de forma explícita. Os diagramas de colaboração mostram relacionamentos de objetos de forma clara, mas as seqüências de tempo devem ser obtidas a partir dos números da seqüência.
Diagrama que mostra interações organizadas em torno da estrutura de um modelo, usando classificadores e associações ou instâncias e links. Ao contrário de um diagrama de seqüência, o diagrama de colaboração mostra as relações entre as instâncias. Ambos expressam informações semelhantes; o que muda é a forma como elas são mostradas. Consulte diagrama de seqüência.
diagrama de componentes
Um diagrama que mostra as organizações e as dependências entre componentes.
diagrama de estados
Um diagrama que mostra uma máquina de estado. Consulte máquina de estado.
diagrama de implantação
Um diagrama que mostra a configuração de nós de processamento em tempo de execução e os componentes, os processos e os objetos que dependem deles. Os componentes representam manifestações de unidades de código em tempo de execução. Consulte diagrama de componentes.
diagrama de interação
Um termo genérico que se aplica a vários tipos de diagramas que enfatizam interações de objetos. Isso inclui: diagramas de colaboração, diagramas de seqüência e diagramas de atividades.
diagrama de objetos
Um diagrama que abrange objetos e seus relacionamentos em um determinado momento. Um diagrama de objetos pode ser considerado como um caso especial de um diagrama de classes ou de um diagrama de colaboração. Consulte diagrama de classes e diagrama de colaboração.
diagrama de seqüência
Um diagrama que mostra interações de objetos organizadas em uma seqüência temporal. Mostra principalmente os objetos que participam da interação e a seqüência de mensagens trocadas. Ao contrário de um diagrama de colaboração, um diagrama de seqüência inclui seqüências temporais mas não relacionamentos de objetos. Um diagrama de seqüência pode existir de forma genérica (descreve todos os possíveis cenários) e na forma de instância (descreve um cenário real). Ambos expressam informações semelhantes; o que muda é a forma como elas são mostradas. Consulte diagrama de colaboração.
diretrizes de artefato
Uma descrição de como trabalhar com um determinado artefato, incluindo como criá-lo e revisá-lo.
disciplina
Uma disciplina é uma coleção de atividades relacionadas a uma 'área de interesse' principal. As disciplinas no RUP são: Modelagem de Negócios, Requisitos, Análise e Design, Implementação, Teste, Implantação, Configuração e Gerenciamento de Mudança, Gerenciamento de Projeto, Ambiente.
dispor em série
Sinônimo para serializar.
dispositivo
Um tipo de que fornece recursos de suporte a um processador. Embora seja capaz de executar programas incorporados (drivers de dispositivo), ele não pode executar aplicativos de finalidade geral; em vez disso, destina-se apenas a ser utilizado por um processador que execute aplicativos de finalidade geral.
Dispositivo
Neste contexto, um termo genérico para algo que possa ser colocado em uma janela, como botão, barra de rolagem, caixa de listagem, menu ou caixa de seleção.
Dispositivo de Armazenamento de Acesso Direto (DASD)
Um dispositivo que permite o acesso direto ao armazenamento, como uma unidade de disco (ao contrário de uma unidade de fita, que é acessada seqüencialmente).
Distributed Computing Environment (DCE)
Ambiente de Computação Distribuído. Adotado pela indústria da computação como um padrão real para computação distribuída. O DCE permite que computadores de uma variedade de fornecedores se comuniquem de forma transparente e compartilhem recursos, como arquivos, impressoras e outros objetos na rede.
DLL
Biblioteca de Vínculo Dinâmico
DMZ
Zona Desmilitarizada
DNS
Servidor de Nomes de Domínios
documento
Um documento é uma coleção de informações que são representadas em papel ou em uma mídia que representa um papel. Essa representação de papel inclui o conceito de páginas e tem uma seqüência de conteúdo explícita ou implícita. As informações estão em texto ou em imagens bidimensionais. São exemplos de representação de papel: documentos de processadores de texto, planilhas, agendas, gráficos de Gantt, páginas da Web e apresentações de slide.
documento de requisitos do produto (PRD)
Uma descrição de alto nível do produto (sistema), seu uso pretendido e o conjunto de recursos que ele oferece.
documento incluído
O documento pode ser incluído em outro documento para reunir um conjunto de documentos em um só. Esse documento incluído e as inclusões individuais são considerados artefatos independentes.
domínio
Área de conhecimento ou atividade caracterizada por uma família de sistemas relacionados.
Área de conhecimento ou atividade caracterizada por um conjunto de conceitos e de terminologia conhecidos dos profissionais dessa área.
Driver de ODBC
Um driver de ODBC é uma biblioteca de vínculo dinâmico (DLL) que implementa chamadas de funções ODBC e interage com uma fonte de dados (data source).
driver de teste
Um aplicativo ou módulo de software usado para disparar um teste e, muitas vezes, fornecer dados de teste, controlar e monitorar execução e relatar resultados de teste. O driver de teste seqüência e controla a execução automatizada de um ou mais testes. Sinônimo: conjunto de testes.

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EJB
Enterprise JavaBean
elaboração
É a segunda fase do processo em que a visão do produto e sua arquitetura são definidas.
elaboração do modelo
O processo de geração de um tipo de um repositório a partir de um modelo publicado. Inclui a geração de interfaces e implementações, que permite que os repositórios sejam instanciados e preenchidos de acordo e com base no modelo elaborado.
elemento
Um componente indivisível de um modelo.
elemento da visão
É uma projeção gráfica e/ou textual de uma coleção de elementos de modelo.
elemento de modelo [MOF]
Um elemento que é uma abstração retirada do sistema que está sendo modelado. Compare com: elemento da visão.
Na especificação do MOF, os elementos de modelo são considerados metaobjetos.
elemento derivado
Um elemento de modelo que pode ser computado a partir de outro elemento, mas que é mostrado para maior clareza ou que é incluído para fins de design mesmo que não adicione nenhuma informação semântica.
elemento generalizável
Um elemento de modelo que pode participar de um relacionamento de generalização. Consulte generalização.
elemento parametrizado
O descritor de uma classe com um ou mais parâmetros ilimitados. Sinônimo: template.
encapsulamento
A ocultação de uma representação interna de objeto de software. O objeto fornece uma interface que consulta e manipula os dados sem expor sua estrutura básica.
Endereço de protocolo de Internet
Um endereço numérico que identifica de forma exclusiva todo computador conectado a uma rede. Por exemplo, 123.45.67.8.
engenharia de negócio
Um conjunto de técnicas que uma empresa usa para projetar seu negócio de acordo com metas específicas. As técnicas de engenharia de negócios podem ser usadas tanto para reengenharia de negócios e melhoria de negócios como para criação de negócios
engenharia de processos de negócios
Consulte engenharia de negócios.  
Enterprise JavaBean (EJB)
Um EJB é um objeto remoto e não visual, projetado para ser executado em um servidor e para ser disparado pelos clientes. Um EJB pode ser criado a partir de vários JavaBeans não visuais. Os EJBs foram desenvolvidos para funcionar em uma máquina e para serem disparados remotamente a partir de outra máquina. Eles são independentes de plataforma. Depois que um bean é escrito, ele pode ser usado em qualquer plataforma de cliente ou servidor que suporte Java.
entidade de negócios
Uma entidade de negócios representa "algo" manipulado ou usado por trabalhadores de negócios.
entrada
(1) Um artefato usado por um processo. Consulte artefato estático. (2) Valor usado em um determinado teste que estimula a ocorrência da condição de execução. Os valores de entrada são definidos no caso de teste.
enumeração
Uma lista de valores nomeados usados como o intervalo de um determinado tipo de atributo. Por exemplo, RGBColor = {vermelho, verde, azul}. Boolean é uma enumeração predefinida com valores provenientes do conjunto {falso, verdadeiro}.
enviar [uma mensagem]
A passagem de um estímulo da instância de um emissor para a instância de um receptor. Consulte emissor e receptor.
envolvido
Um indivíduo que é materialmente afetado pelo resultado do sistema.
ERP
Planejamento de Recursos Empresariais
erro
Uma condição inesperada que provoca a falha de um componente no modelo de implementação em executar um comportamento obrigatório. Um erro é a causa original de um ou mais defeitos identificados durante a observação de uma ou mais falhas.
escape de teste
Uma falha ou um defeito que deixa de ser detectado durante a execução das atividades realizadas pela equipe de testes a fim de detectar defeitos que serão descobertos posteriormente durante o uso do produto às vésperas de sua liberação.
espaço de trabalho
A área de trabalho que contém todo o código no qual você está trabalhando no momento, ou seja, as edições atuais. Ele também contém as bibliotecas de classes Java padrões e outras bibliotecas de classes.
especificação
Uma descrição declarativa do que algo é ou faz. Compare com: implementação.
especificações de requisitos de software (SRS)
Um conjunto de requisitos que definem completamente o comportamento externo do sistema a ser criado - às vezes é denominada especificação funcional.
esquema [MOF]
No contexto do MOF, um esquema é equivalente a um pacote que é um contêiner de elementos de modelo. Esquema corresponde a um pacote MOF. Compare com: metamodelo, pacote corresponde a um pacote MOF.
estação de trabalho
Uma configuração do equipamento de entrada/saída no qual um operador trabalha. Um terminal ou um microcomputador, geralmente conectado a uma rede ou a um computador de grande porte, no qual um usuário pode executar aplicativos.
estado
Uma condição ou situação na vida de um objeto durante a qual ele satisfaz alguma condição, realiza alguma atividade ou aguarda algum evento.
estado composto
Um estado que consiste em subestados simultâneos (ortogonais) ou seqüenciais (disjuntos). Consulte subestado.
estado da submáquina
Um estado em uma máquina de estado que é equivalente a um estado composto mas cujo conteúdo é descrito por outra máquina de estado.
estado de ação
Um estado que representa a execução de uma ação indivisível, geralmente o disparo de uma operação.
estado de fluxo do objeto
Um estado em um gráfico de atividades que representa a passagem de um objeto da saída de ações em um estado para a entrada de ações em outro estado.
estado de sincronização
Um vértice em uma máquina de estado usada para sincronizar as regiões simultâneas de uma máquina de estado.
estado de subatividade
Um estado em um gráfico de atividades que representa a execução de uma seqüência divisível de passos com alguma duração.
estado final
Um tipo especial de estado que indica se o estado composto incluído ou se toda a máquina de estado estão concluídos.
estereótipo
Uma metaclassificação de um elemento. Os estereótipos têm implicações semânticas que podem ser especificadas para cada valor específico de estereótipo. Consulte Referência a Estereótipos para obter informações sobre os estereótipos predefinidos em uso no RUP.
Novo tipo de elemento de modelagem que amplia a semântica do metamodelo. Os estereótipos devem ser baseados em determinados tipos ou classes já existentes no metamodelo. Eles podem ampliar a semântica, mas não a estrutura de tipos e classes preexistentes. Certos estereótipos são predefinidos na UML, mas outros podem ser definidos pelo usuário.
estímulo
A passagem de informação de uma instância para outra, como aumentar um sinal ou chamar uma operação. O recebimento de um sinal normalmente é considerado um evento. Consulte mensagem.
estrutura de divisão do trabalho (WBS)
É o framework de planejamento; uma decomposição do projeto em unidades de trabalho a partir das quais custo, artefatos e atividades podem ser alocados e rastreados.
evento
A especificação de uma ocorrência significativa que tem um local no tempo e no espaço. No contexto de diagramas de estado, um evento é uma ocorrência que pode ativar uma transição.
evento de tempo
Um evento que denota o tempo decorrido desde a entrada do estado atual. Consulte evento.
evolução
A vida do software após o seu ciclo de desenvolvimento inicial; qualquer ciclo subseqüente, durante o qual o produto evolui.
evolutivo
Uma estratégia de desenvolvimento iterativo que reconhece que as necessidades do usuário não são totalmente compreendidas e que, portanto, os requisitos são refinados a cada iteração seguinte (fase de elaboração).
exportar
No contexto de pacotes, tornar um elemento visível fora do seu namespace incluído. Consulte visibilidade. Compare com: exportar [OMA] e importar.
expressão
Uma seqüência de caracteres que evolui para um valor de um determinado tipo. Por exemplo, a expressão "(7 + 5 * 3)" evolui para um valor de número de tipo.
expressão de tempo
Uma expressão que se decompõe em um valor de tempo absoluto ou relativo.
expressão de tipo
Uma expressão que evolui para uma referência a um ou mais tipos.
extensão
É o relacionamento que se estabelece entre um caso de uso de extensão e um caso de uso base, especificando como o comportamento definido para o caso de uso de extensão pode ser inserido no comportamento definido para o caso de uso base.
Extensões Multipropósito do Internet Mail (MIME)
Padrão da Internet para correio eletrônico que suporta texto, imagens, áudio e vídeo.
extremidade de associação
O ponto final de uma associação, que conecta a associação a um classificador.
extremidade do vínculo
Uma instância de uma extremidade da associação. Consulte extremidade da associação.

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fábrica
(Java) Um bean não-visual capaz de criar dinamicamente novas instâncias de um determinado bean.
façade
Um pacote especial, estereotipado como "façade", dentro de um subsistema que organiza e exporta todas as informações de que os clientes necessitam sobre o subsistema. Incluídas neste pacote estão interfaces (com interfaces exclusivas do subsistema), relacionamentos de realização para interfaces fora do subsistema e qualquer documentação de que os clientes necessitam para usar o subsistema.
falha
A incapacidade de um sistema ou componente em executar funções obrigatórias dentro de determinados requisitos de desempenho [IEEE90]. Uma falha se caracteriza por sintomas observáveis de um ou mais defeitos que tenham uma causa original em um ou mais erros.
fase
O tempo entre dois marcos primários do projeto, durante o qual um conjunto bem definido de objetivos é atendido, artefatos são concluídos e decisões são tomadas sobre passar ou não para a próxima fase.
ferramenta de programação visual
Uma ferramenta que fornece meios para especificar programas graficamente. Os programadores escrevem aplicativos manipulando representações gráficas de componentes.
filho
Em um relacionamento de generalização, é a especialização de outro elemento: o pai. Consulte subclasse e subtipo. Compare com: pai.
Firewall
Um computador ou dispositivo programável, com software associado, que pode ser usado para restringir o tráfego que passa através dele de acordo com regras definidas. O controle normalmente é feito com base no endereço de origem ou de destino e no número da porta TCP/IP.
fluxo de trabalho
A seqüência de atividades realizadas em um negócio que produz um resultado de valor observável para um ator individual do negócio.
foco de controle
Um símbolo em um diagrama de seqüência que mostra o período durante o qual um objeto executa uma ação, seja diretamente ou através de um procedimento subordinado.
fornecedor
Um classificador que fornece serviços que podem ser disparados por outros. Compare com: cliente.
framework
Uma micro-arquitetura que fornece um template extensível para aplicativos dentro de um determinado domínio.
FTP
Protocolo de Transferência de Arquivos
fundamento
Uma declaração ou explicação dos motivos para uma escolha.
FURPS+
Funcionalidade, Usabilidade, Confiabilidade, Desempenho, Suportabilidade (+ outros). Este acrônimo representa categorias para definir requisitos e avaliar a qualidade do produto.

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garantia de qualidade (QA)
A função de Garantia de Qualidade é responsabilidade do Gerente de Projeto e visa garantir que os padrões do projeto estejam corretos e sejam seguidos por toda a equipe do projeto.
gateway
Um computador host que conecta redes que se comunicam em diferentes idiomas. Por exemplo, é o gateway que conecta a LAN de uma empresa à Internet.
generalização
Um relacionamento taxonômico entre um elemento mais geral e um elemento mais específico. O elemento mais específico é totalmente consistente em relação ao elemento mais geral e contém informações adicionais. Uma instância do elemento mais específico pode ser usada onde o elemento mais geral for permitido. Consulte herança.
generalização de ator
Uma generalização de ator de um tipo de ator (descendente) para outro tipo de ator (ascendente) indica que o descendente herda o papel que o ascendente pode desempenhar em um caso de uso.
geração
Último release no final de um ciclo.
gerenciamento
Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é planejar e gerenciar o projeto de desenvolvimento.
gerenciamento baseado em custos (ABM)
A disciplina geral cujo objetivo é alcançar valor para o cliente e lucro para a empresa através do gerenciamento de atividades. Recorre ao custo baseado em atividades como principal fonte de informação.
gerenciamento de configuração (CM)
Um processo de suporte cuja finalidade é identificar, definir e criar uma baseline de itens; controlar modificações e releases desses itens; relatar e registrar status dos itens e solicitações de modificação; assegurar abrangência, consistência e correção dos itens; e controlar armazenamento, gerenciamento e liberação dos itens. (ISO)
gerenciamento de escopo
O processo de priorização e determinação do conjunto de requisitos que pode ser implementado no ciclo de um determinado release, com base no tempo e nos recursos disponíveis. Esse processo continua através do ciclo de vida do projeto à medida que as mudanças acontecem. Consulte também gerenciamento de mudança.
gerenciamento de mudança
A atividade de controle e rastreamento de mudanças em artefatos. Consulte também gerenciamento de escopo.
gerenciamento de requisitos
Uma abordagem sistemática para identificar, organizar e documentar os requisitos do sistema, além de firmar e atualizar acordos entre o cliente e a equipe do projeto sobre os requisitos variáveis do sistema. Consulte Conceito: Gerenciamento de Requisitos.
Gerente de Driver de ODBC
O gerente de driver de ODBC, fornecido pela Microsoft, é uma DLL com uma biblioteca de importação. A finalidade principal do Gerente de Driver é carregar drivers de ODBC. Ele também fornece pontos de entrada para funções ODBC a cada driver, além de validação de parâmetros e de seqüências para chamadas ODBC.
gerente de projetos
O papel com responsabilidade total pelo projeto. O Gerente de Projeto precisa assegurar que as tarefas sejam programadas, alocadas e concluídas de acordo com a programação do projeto, o orçamento e os requisitos de qualidade.
gerente de release
É o responsável por assegurar que todos os recursos do software sejam controlados e configuráveis em releases internos e externos.
gradativo
Qualifica uma estratégia de desenvolvimento iterativo na qual o sistema é criado adicionando mais funcionalidade a cada iteração.
gráfico de atividades
Um caso especial de uma máquina de estado usada para modelar processos envolvendo um ou mais classificadores. Compare com: diagrama de estados. Sinônimo: diagrama de atividades.
GUI
Interface Gráfica do Usuário

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herança
O mecanismo que torna possível a generalização; mecanismo para a criação de descrições completas de classe a partir de segmentos individuais de classe.
Mecanismo através do qual mais elementos específicos incorporam estrutura e comportamento de mais elementos gerais relacionados por comportamento. Consulte generalização.
herança da implementação
A herança da implementação de um elemento mais específico. Inclui herança da interface. Compare com: herança de interface.
herança de interface
A herança da interfacede um elemento mais específico. Não inclui herança da implementação. Compare com: herança de implementação.
herança múltipla
Uma variação semântica de generalização na qual um tipo pode ter mais de um supertipo. Compare com: herança única.
herança única
Uma variação semântica de generalização na qual um tipo pode ter somente um supertipo. Compare com: herança múltipla.
hierarquia de classes
Os relacionamentos entre classes que compartilham uma herança única. Todas as classes Java herdam da classe de Objeto.
hierarquia de confinamento
Uma hierarquia de namespace formada por elementos de modelo e os relacionamentos de confinamento que existem entre eles. Uma hierarquia de confinamento forma um gráfico acíclico.
hipertexto
Texto em um documento que contém um link oculto para outro texto. Se você clicar com o mouse em uma palavra de hipertexto, ela o levará até o texto designado no link. O hipertexto é usado em programas de Ajuda do Windows e em enciclopédias em CD para ir para referências correspondentes que estejam em outro lugar dentro do mesmo documento. O que o hipertexto tem de melhor, porém, é sua capacidade de se vincular - usando o HTTP pela Web - a qualquer documento da Web no mundo, precisando apenas de um único clique no mouse para fazer o usuário rodar o mundo.
home page
Consulte Página inicial.
HotJava
Um navegador da Web e de intranet habilitado para Java e desenvolvido pela Sun Microsystems, Inc. O HotJava é escrito em Java.
HTML
Linguagem de Marcação de Hipertexto
HTTP
Protocolo de Transferência de Hipertexto
hyperlinks
Áreas em uma página da Web que, ao serem clicadas, conectam o usuário a outras áreas na página ou a outras páginas da Web.

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I/T
Tecnologia da Informação
IDE
Ambiente de Desenvolvimento Integrado
idéia de teste
Uma declaração breve identificando um teste cuja realização pode ser útil. Geralmente essa declaração representa um aspecto de um determinado teste: uma entrada, uma condição de execução ou um resultado esperado, mas normalmente apenas um deles. A diferença entre uma idéia de teste e um caso de teste é que a idéia de teste não contém nenhuma especificação sobre o funcionamento do teste, apenas a essência da idéia por trás do teste. Sinônimo: requisito de teste. Consulte também: caso de teste.
idioma
[BUS96] define o idioma:

"Idioma é um padrão de nível inferior específico de uma linguagem de programação. Ele descreve como implementar certos aspectos de componentes ou as relações entre eles usando os recursos daquela linguagem." Também chamado de padrão de implementação. Um design concreto expresso em UML e implementado em Java, por exemplo, pode usar padrões de implementação recorrentes para essa linguagem. Os idiomas abrangem design e implementação. 

IE
Internet Explorer (Microsoft)
IEEE
The Institute of Electrical and Electronics Engineers, Inc.
IIOP
Internet Inter-ORB Protocol
IMAP4
Internet Message Access Protocol-Version 4
implantação
Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é assegurar uma transição bem-sucedida do sistema desenvolvido para seus usuários. Estão incluídos artefatos como material de treinamento e procedimentos de instalação.
implementação
Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é implementar e realizar teste do desenvolvedor em componentes de software.
Definição de como algo é construído ou computado. Por exemplo, uma classe é a implementação de um tipo; um método é a implementação de uma operação.
importação
No contexto de pacotes, é uma dependência que mostra os pacotes cujas classes podem ser mencionadas dentro de um determinado pacote (incluindo pacotes repetidamente incorporados dentro dele). Compare com: exportação.
inclusão
Um relacionamento que se estabelece entre um caso de uso base e um caso de uso de inclusão, especificando como o comportamento definido para o caso de uso de inclusão pode ser inserido no comportamento definido para o caso de uso base.
incremento
A diferença (delta) entre dois releases ao final de iterações subseqüentes.
informações dinâmicas
Informações criadas no momento em que o usuário as solicita. As informações dinâmicas são alteradas com o tempo para que o usuário veja o conteúdo de forma diferente sempre que as visualizar.
informações estáticas
Arquivos da Web que não são alterados a cada acesso.
iniciação
A primeira fase do Processo Unificado, na qual a idéia original (a solicitação de proposta) referente à geração anterior é consolidada (pelo menos internamente) para entrar na fase de elaboração.
inspeção
Uma técnica de avaliação formal na qual algum artefato (modelo, documento, software) é examinado por uma pessoa ou grupo que não seja o originador, a fim de detectar erros, violações de padrões de desenvolvimento e outros problemas.
instância
Uma entidade individual que satisfaz a descrição de uma classe ou tipo.
Entidade à qual um conjunto de operações pode ser aplicado e que possui um estado que armazena os efeitos das operações. Consulte objeto.
instância de caso de uso
O desempenho de uma seqüência de ações sendo especificada em um caso de uso. Instância de um caso de uso.
Uma instância de caso de uso é um determinado caminho concreto "completo" pelo caso de uso—atores são substituídos por pessoas específicas (instâncias de atores), respostas e valores específicos e somente um caminho leva a um ou mais fluxos do caso de uso. Sinônimos: cenário. Consulte cenário de teste.
instância de casos de uso de negócios
Uma seqüência de ações realizadas por um sistema que gera um resultado observável de valor para um determinado ator.
integração
A atividade de desenvolvimento de software na qual componentes separados de software são combinados em um todo executável.
interação
Uma especificação de como os estímulos são enviados entre instâncias para realizar uma determinada tarefa. A interação é definida no contexto de uma colaboração. Consulte colaboração.
interface
Uma coleção de operações usadas para especificar um serviço de uma classe ou de um componente.
Um conjunto nomeado de operações que caracterizam o comportamento de um elemento.
interface de nível de chamada (CLI)
É uma API para acesso a banco de dados que pode ser chamada e que é uma alternativa para a interface de programação de aplicativos do SQL incorporado. Ao contrário deste, a CLI não requer compilação prévia ou vinculação pelo usuário; em vez disso, ela fornece um conjunto padrão de funções para processar instruções SQL e serviços relacionados em tempo de execução.
interface de programação de aplicativos (API)
Uma interface de software que permite que aplicativos se comuniquem entre si. Uma API é o conjunto de sentenças e construções de linguagem de programação que podem ser codificadas em um programa de aplicativo a fim de obter as funções e os serviços específicos fornecidos por um programa de serviços ou sistema operacional básico.
interface do usuário (UI)
(1) O hardware ou software (ou ambos) que permite que um usuário interaja com um computador. (2) O termo "interface do usuário" geralmente se refere à apresentação visual e o software que a fundamenta, com os quais interage o usuário.
interface gráfica de usuário (GUI)
Um tipo de interface que permite a comunicação dos usuários com o programa através da manipulação de recursos gráficos, em vez da digitação de comandos. Normalmente, a GUI inclui uma combinação de elementos gráficos, dispositivos apontadores, barras de menu e outros menus, janelas sobrepostas e ícones.
Internet
O grande conjunto de redes interconectadas que usa os protocolos TCP/IP e que evoluiu da ARPANET no final dos anos 60 e início dos anos 70.
Internet Inter-ORB Protocol (IIOP)
Um protocolo padrão da indústria que define como mensagens Protocolo Geral de Inter-ORB (GIOP) são trocadas através de uma rede de TCP/IP. O IIOP possibilita usar a própria Internet como um ORB de backbone através do qual outros ORBs podem passar.
intranet
Uma rede privada dentro de uma empresa ou organização que usa os mesmos tipos de software que poderiam ser encontrados na Internet pública, mas que são apenas para uso interno. Como a Internet está se tornando cada vez mais popular, muitas das ferramentas nela usadas também estão sendo utilizadas em redes privadas. Por exemplo, muitas empresas possuem servidores Web que estão disponíveis apenas para funcionários.
IP
Protocolo de Internet
IPSec
Protocolo de Segurança IP
ISAPI
API de Servidor de Internet
ISO
A Organização Internacional para Padronização.
ISP
Provedor de Serviços de Internet
item de configuração
Uma entidade em uma configuração que satisfaz uma função de uso final e que pode ser identificada de forma exclusiva em um determinado ponto de referência. (ISO)
item de rastreabilidade
Qualquer elemento de projeto que precise ser rastreado de forma explícita a partir de outro elemento de projeto, a fim de controlar as dependências entre eles.  Em relação ao Rational RequisitePro, essa definição pode ser reformulada da seguinte maneira: qualquer elemento de projeto representado no RequisitePro por uma instância de um tipo de requisito do RequisitePro.
item de teste-alvo
Um aspecto do produto desenvolvido, normalmente software ou hardware, que foi identificado pelo objetivo do esforço de teste. O escopo de um item de teste-alvo pode ser definido no nível de operação, interface, recurso, componente, subsistema de implementação ou sistema; ou então pode ser um aspecto externo do sistema, como um sistema operacional ou um dispositivo periférico (exemplo: impressora). Sinônimos: objetivo do teste e item de teste.
iteração
Uma seqüência distinta de atividades com um plano criado através de baseline e critérios de avaliação que resultam em um release (interno ou externo).

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JAR
Java Archive
Java
Java é uma nova linguagem de programação inventada pela Sun Microsystems que foi projetada especificamente para escrever programas dos quais possa ser feito download para seu computador através da Internet de forma segura, cuja execução seja imediata e sem receio de vírus ou outros danos ao computador ou a arquivos. Usando pequenos programas Java denominados applets, as páginas da Web podem incluir funções como animações, calculadoras e outros truques fantásticos. Uma grande variedade de recursos pode ser acrescentada à Web usando Java, já que é possível escrever um programa Java para fazer quase tudo que um programa normal de computador pode fazer e depois incluí-lo em uma página da Web.
Java archive (JAR)
Um formato de arquivo independente de plataforma que agrupa muitos arquivos em um só. Os arquivos JAR são usados para compressão, segurança e redução no tempo de download. Como o formato JAR é escrito em Java, os arquivos JAR são totalmente extensíveis.
Java Database Connectivity (JDBC)
No JDK 1.1, é a especificação que define a API que permite aos programas acessarem bancos de dados compatíveis com esse padrão.
Java Development Kit (JDK)
O Java Development Kit está disponível para desenvolvedores licenciados da Sun Microsystems. Cada release do JDK contém: Java Compiler, Java Virtual Machine, Java Class Libraries, Java Applet Viewer, Java Debugger e outras ferramentas.
Java Foundation Classes (JFC)
Desenvolvidas pela Netscape, Sun e IBM, as JFCs são blocos estruturais úteis no desenvolvimento de interfaces para aplicativos Java. Elas permitem que esses aplicativos interajam de forma mais abrangente com os sistemas operacionais existentes.
JavaBean
Um JavaBean é um componente que pode ser integrado a um aplicativo com outros beans que tenham sido desenvolvidos separadamente. Este aplicativo pode ser usado de forma autônoma, em um navegador ou como um componente do ActiveX. Os JavaBeans devem ser locais em um único processo e geralmente são visíveis em tempo de execução. Esse componente visual pode ser, por exemplo, um botão, uma caixa de listagem, um gráfico ou um elemento gráfico.
JDBC
Java DataBase Connectivity
JDK
Java Development Kit
JFC
Java Foundation Classes
JIT
Just In Time
JVM
Java Virtual Machine

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LAN
Rede Local
LDAP
Protocolo de Acesso a Pastas Leves
líder da equipe
O líder da equipe é a interface entre o gerenciamento do projeto e os desenvolvedores. Ele é responsável por assegurar que uma tarefa seja alocada e monitorada até o final. É responsável também por garantir que a equipe de desenvolvimento siga os padrões do projeto e cumpra as programações.
linguagem de marcação de hipertexto (HTML)
A linguagem básica usada para criar documentos de hipertexto na World Wide Web. Ela é usada em documentos de texto ASCII básicos e sem formatação, mas, quando esses documentos são interpretados (o que chamamos de processamento) por um navegador da Web como o Nestcape, o documento pode exibir texto formatado, cores, várias fontes, imagens gráficas, efeitos especiais, saltos de hipertexto para outros locais na Internet e outras formas de informação.
Linguagem Unificada de Modelagem (UML)
Uma linguagem para visualizar, especificar, construir e documentar os artefatos de um sistema intensivo de software [BOO98]. Consulte Linguagem Unificada de Modelagem [UML99].  No Glossário do RUP, as definições provenientes da Linguagem Unificada de Modelagem são indicadas pelo símbolo  .
linha de vida de um objeto
Uma linha em um diagrama de seqüência que representa a existência de um objeto em um determinado período. Consulte diagrama de seqüência.
link
Uma conexão semântica entre dois objetos. Instância de uma associação. Consulte associação.
link externo
Em um site da Web, é o link para um URL localizado fora do site atual. Sinônimo: link externo.
listener
No JDK 1.1, classe que recebe e manipula eventos.
localizador de recurso uniforme (URL)
Um identificador padrão de um recurso na World Wide Web, usado por navegadores da Web para iniciar uma conexão. O URL inclui o protocolo de comunicação a ser usado, o nome do servidor e informações sobre caminho que identificam os objetos a serem recuperados no servidor.

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máquina de estado
Uma máquina de estado especifica o comportamento de um elemento de modelo, definindo sua resposta a eventos e o ciclo de vida do objeto.
Um comportamento que especifica as seqüências de estados pelas quais passa um objeto ou uma interação durante sua vida em resposta a eventos, juntamente com suas respostas e ações.
máquina virtual (VM)
Um programa de software que executa outros programas de computador. Permite que uma máquina física (um computador) se comporte como se fosse outra máquina física.
marca de tempo
Uma denotação referente ao tempo no qual um evento ou mensagem ocorre. As marcas de tempo podem ser usadas em restrições.
marco
O ponto onde termina formalmente uma iteração; corresponde a um ponto de release.
mecanismo
Um mecanismo é uma instância de um padrão. Pode ser que ele necessite de refinamento posterior para se tornar uma colaboração em um determinado modelo. Assim, um mecanismo é uma solução específica (para um problema recorrente) em um único contexto. Pode-se dizer que ele se adapta ou se ajusta a um padrão. Qualquer colaboração poderia ser chamada de mecanismo, mas, em geral, o termo é reservado para colaborações que apresentam a solução para um problema que costuma ser recorrente em aplicativos de software (por exemplo, lidar com persistência, à qual um padrão é aplicável). Em análise e design, a noção de mecanismo pode ser usada como um "espaço reservado". Tendo identificado que a persistência é necessária, por exemplo, o analista e designer pode dizer que um mecanismo de persistência será usado, o que levará aquele problema a ser resolvido de forma sistemática e consistente.
mecanismo de análise
Um mecanismo de arquitetura usado no início do processo de design, durante o período de descoberta, quando as principais classes e subsistemas estão sendo identificados. Normalmente, os mecanismos de análise capturam os aspectos-chave de uma solução de forma independente em relação à implementação. Eles não costumam estar relacionados ao domínio do problema; em vez disso, são conceitos da "ciência da computação". Os mecanismos de análise fornecem comportamentos específicos a uma classe ou componente relacionado a domínio ou correspondem à implementação de cooperação entre classes e/ou componentes. Eles podem ser implementados como um framework. Podemos citar como exemplo: mecanismos para lidar com persistência, comunicação interprocessual, gerenciamento de erros, notificação, serviço de mensagens etc.
mecanismo de arquitetura
Os mecanismos de arquitetura representam soluções concretas comuns para problemas encontrados com freqüência. Eles podem ser padrões de estrutura, padrões de comportamento ou ambos. No Rational Unified Process (RUP), o mecanismo de arquitetura  é usado como um termo guarda-chuva para mecanismos de análise, de design e de implementação.
mecanismo de design
Um mecanismo de arquitetura usado durante o processo de design, ou seja, durante o período em que os detalhes do design estão sendo elaborados. Eles estão relacionados a mecanismos de análise associados, dos quais são refinamentos adicionais, e devem estar vinculados a um ou mais padrões de design e de arquitetura. Não há necessariamente uma diferença em escala entre o mecanismo de análise e o mecanismo de design. Portanto, é possível falar de um mecanismo de persistência no nível de análise e no nível de design, e apresentar o mesmo significado, mas em um nível de refinamento diferente.  Um mecanismo de design pressupõe alguns detalhes do ambiente de implementação, mas não está ligado a uma determinada implementação (como um mecanismo de implementação). Por exemplo, o mecanismo de análise para comunicação interprocessual pode ser refinado por vários mecanismos de design para comunicação interprocessual (IPC): memória compartilhada, IPC semelhante à chamada de função, IPC baseada em semáforo etc. Cada mecanismo tem suas vantagens e desvantagens; a escolha de um mecanismo de design é determinada pelas características dos objetos que usam o mecanismo.
mecanismo de implementação
Um mecanismo de arquitetura usado durante o processo de implementação. São refinamentos de mecanismos de design que especificam a implementação exata do mecanismo e que, muito provavelmente, também empregarão diversos padrões de implementação (idiomas) em sua construção. Não há necessariamente qualquer diferença em escala entre o mecanismo de design e o mecanismo de implementação.
Por exemplo, uma determinada implementação do mecanismo de análise da comunicação interprocessual é um mecanismo de design de memória compartilhada que usa chamadas de função de memória compartilhada de um determinado sistema operacional. Conflitos de simultaneidade (acesso simultâneo indevido à memória compartilhada) podem ser evitados com o uso de semáforos ou de um mecanismo de travamento, que, por sua vez, se baseia em outros mecanismos de implementação.
melhoria do negócio
Realização de engenharia de negócios na qual o trabalho de mudança é local e não abrange o negócio inteiro. Envolve tanto corte de prazos de entrega e custos como monitoração de serviços e qualidade.  
mensagem
Uma especificação da comunicação de informações de uma instância para outra, com a perspectiva de que alguma atividade dela decorra. Uma mensagem pode especificar o aumento de um sinal ou a chamada de uma operação.
mentor de ferramentas
Uma descrição que fornece orientações práticas sobre como realizar determinadas atividades de processo ou passos que usem uma ferramenta de software específica.
metaclasse
Uma classe cujas instâncias são classes. As metaclasses normalmente são usadas para construir metamodelos.
meta-metamodelo
Um modelo que define a linguagem para expressar um metamodelo. A relação entre um meta-metamodelo e um metamodelo é equivalente à relação entre um metamodelo e um modelo.
metamodelo
Um modelo que define a linguagem para expressar um modelo.
metaobjeto
Um termo genérico para todas as metaentidades em uma linguagem de metamodelagem. Por exemplo, metatipos, metaclasses, metaatributos e metaassociações.
método
(1) Forma sistemática e regular de realizar algo; planos ou procedimentos detalhados e ordenados de forma lógica, seguidos de modo a cumprir uma tarefa ou atingir uma meta. (2) UML 1.1: a implementação de uma operação, do algoritmo ou do procedimento que gera os resultados de uma operação.
A implementação de uma operação. Especifica o algoritmo ou procedimento associado a uma operação
método de classes
Consulte método.
métodos de acesso
Métodos fornecidos por um objeto para definir a interface para suas variáveis de instância. O método de acesso para retornar o valor de uma variável de instância é chamado de método de obtenção, enquanto o método de mutação para atribuir um valor a uma variável de instância é chamado de método de definição.
métodos de mutação
Métodos fornecidos por um objeto para definir a interface para suas variáveis de instância. O método de acesso para retornar o valor de uma variável de instância é chamado de método de obtenção, enquanto o método de mutação para atribuir um valor a uma variável de instância é chamado de método de definição.
MIB
Base de Informações de Gerenciamento
MIME
Extensões Multipropósito do Internet Mail
missão de avaliação
Uma declaração de missão breve e fácil de lembrar que destila a essência dos objetivos de trabalho da equipe de teste para uma determinada programação de trabalho. Geralmente definida na iteração, a missão de avaliação se concentra em manter a equipe trabalhando de forma produtiva para beneficiar os envolvidos nos testes. Alguns exemplos de declaração de missão incluem: localizar problemas importantes com rapidez, advertir sobre os riscos de projeto percebidos, advertir sobre a qualidade percebida e verificar uma especificação.
modelagem de negócios
Abrange todas as técnicas de modelagem que você pode usar para modelar visualmente um negócio. Elas são um subconjunto das técnicas que podem ser usadas para realizar engenharia de negócios.
modelo de caso de uso
Um modelo que descreve requisitos funcionais de um sistema em termos de casos de uso.
modelo de casos de uso de negócios
Um modelo das funções pretendidas do negócio. O modelo de casos de uso de negócios é usado como entrada essencial para identificar papéis e produtos liberados na organização.
modelo de componente
É uma arquitetura e uma API que permite aos desenvolvedores definirem segmentos reutilizáveis de código que possam ser combinados para criar um programa. O VisualAge para Java usa o modelo de componente JavaBeans.
modelo de definição [MOF]
O modelo no qual se baseia um repositório. Qualquer número de repositórios pode ter o mesmo modelo de definição.
modelo de design
Um modelo de objeto que descreve a realização de casos de uso. É utilizado como uma abstração do modelo de implementação e seu código-fonte.
modelo de domínio
Um modelo de domínio captura os tipos mais importantes de objetos no contexto de domínio. Os objetos de domínio representam as entidades que existem ou os eventos conhecidos no ambiente em que o sistema funciona. O modelo de domínio é um subconjunto do modelo de objetos de negócios.
modelo de falha
Um modelo para testar software que usa a noção de um erro plausível como base e fornece um método de teste para descobrir o erro. Um bom modelo de erro fornece uma definição do erro ou da causa original, uma discussão sobre as falhas observáveis que podem ser produzidas pelo erro, uma técnica de teste para descobrir o erro e um perfil dos dados do teste apropriados.
modelo de implementação
O modelo de implementação é uma coleção de componentes e subsistemas de implementação que os contêm.
modelo de objetos
Uma abstração da implementação de um sistema.
modelo de objetos de negócios
Um modelo de objetos que descreve a realização de casos de uso de negócios.
modelo em cascata
[IEEE90] define o modelo em cascata como "Um modelo do processo de desenvolvimento de software no qual as atividades constituintes - fase de concepção, de requisitos, de design, de implementação, de teste, de instalação e de verificação - são executadas nessa ordem, provavelmente com pouca ou nenhuma iteração." Essa definição é aplicada no RUP, com a substituição do termo "disciplina" por "fase". No RUP, as disciplinas são denominadas Modelagem de Negócios, Requisitos, Análise e Design, Implementação, Teste e Implantação. No modelo de desenvolvimento em cascata, elas ocorrem apenas uma vez, em seqüência, com pouca ou nenhuma sobreposição. 
modelo [MOF]
Uma abstração semanticamente fechada de um sistema. No Processo Unificado, descrição completa de um sistema a partir de uma determinada perspectiva ('completa' significa que você não necessita de informações adicionais para compreender o sistema a partir dessa perspectiva); conjunto de elementos de modelo. Dois modelos não podem ser sobrepostos.
Abstração semanticamente fechada de um suposto sistema. Consulte sistema.
Nota de uso: No contexto da especificação do MOF, que descreve um meta-metamodelo, por questão de concisão, o meta-metamodelo costuma ser chamado simplesmente de modelo.
modelo publicado [MOF]
Um modelo congelado que é disponibilizado para instanciar repositórios e oferecer suporte à definição de outros modelos. Os elementos de modelo de um modelo congelado não podem ser alterados.
modificador de acesso
Uma palavra-chave que controla o acesso a uma classe, método ou atributo. Os modificadores de acesso em Java são públicos, privados, protegidos e em pacotes, que é o padrão.
módulo
Uma unidade de armazenamento e manipulação do software. Os módulos incluem módulos de código-fonte, de código binário e de código executável. Consulte componente.
MOF
Uma tecnologia definida pela OMG: a especificação Recurso de Metaobjeto (MOF) define um conjunto de interfaces CORBA IDL que podem ser usadas para definir e manipular um conjunto de metamodelos interoperáveis e seus respectivos modelos. Esses metamodelos incluem o metamodelo da UML e o meta-metamodelo do MOF, assim como futuras tecnologias adotadas pela OMG que sejam especificadas através de metamodelos. O MOF fornece a infra-estrutura necessária para implementar design baseado em CORBA e repositórios de reutilização. Esta definição foi tirada da versão 1.3 da especificação do MOF.
MOM
Middleware Orientado a Mensagens
motivador de teste
É o que incentiva a execução de testes, que estimula os testadores. Os motivadores de teste ajudam a identificar e a tornar visível o que motivará os testadores a avaliar os aspectos apropriados de um determinado release de software executável: como uma generalização, os motivadores de teste geralmente representam riscos de qualidade específicos.
multiplicidade
Uma especificação do intervalo de cardinalidades permitidas que um conjunto pode admitir. As especificações de multiplicidade podem ser concedidas a papéis em associações, partes dentro de compostos, repetições e outras finalidades. A multiplicidade é basicamente um subconjunto (provavelmente infinito) de inteiros não-negativos. Compare com: cardinalidade.
multi-valorado [MOF]
Um elemento de modelo com multiplicidade definida, cujo atributo superior Tipo de Multiplicidade: é definido como um número maior do que um. O termo multi-valorado não se refere ao número de valores mantido por um atributo, parâmetro etc. a qualquer momento. Compare com: valor único.
MVC
Controlador de Visão de Modelo
MVS
Armazenamento Virtual Múltiplo

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namespace
Uma parte do modelo na qual os nomes podem ser definidos e usados. Em um namespace, cada nome tem um significado exclusivo. Consulte nome.
não interpretado
Um espaço reservado para um ou mais tipos cuja implementação não é especificada pela UML. Todo valor não interpretado tem uma representação de seqüência de caracteres correspondente. Consulte qualquer [CORBA].
navegador da Web
Uma parte de software executada em um cliente que permite ao usuário solicitar e processar páginas em HTML. 
navegador HTML
Consulte navegador da Web
NC
Computador de Rede ou Computação de Rede
NCF
Framework de Computação de Rede
necessidade dos envolvidos
O problema (oportunidade) operacional ou de negócios que deve ser resolvido para justificar a compra ou o uso.
Um classificador que representa um recurso computacional em tempo de execução que, em geral, tem pelo menos uma memória e, freqüentemente, capacidade de processamento. Componentes e objetos em tempo de execução podem estar presentes em nós.
nome
Uma seqüência de caracteres usada para identificar um elemento de modelo.
NSAPI
API de Servidor Netscape
NT
Windows NT (New Technology)
número de IP
Um endereço de Internet que é um número exclusivo composto de quatro partes separadas por pontos, às vezes chamadas de quadrado pontilhado (por exemplo, 198.204.112.1). Todo computador de Internet possui um número de IP. Além disso, a maioria dos computadores tem um ou mais nomes de domínio que são mapeamentos para o quadrado pontilhado.

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objetivo do teste
Consulte item de teste-alvo.
objeto
Uma entidade com identidade e fronteira bem definidas que encapsula estado e comportamento. O estado é representado por atributos e relacionamentos; o comportamento é representado por operações, métodos e máquinas de estado. Um objeto é uma instância de uma classe. Consulte classe e instância.
objeto ativo
Um objeto que possui um thread e pode iniciar atividade de controle. Uma instância de classe ativa.
[objeto] emissor
O objeto que envia um estímulo a um objeto receptor. Compare com: receptor.
objeto persistente
Um objeto que continua a existir mesmo depois que o processo ou thread que o criou deixou de existir.
[objeto] receptor
O objeto que trata um estímulo originado do objeto de um emissor. Compare com: emissor.
objeto transiente
Um objeto que existe apenas durante a execução do processo ou thread que o criou.
ODBC
Conectividade Aberta de Banco de Dados
OLTP
Processamento de Transações On-line
OMG
Grupo de Gerenciamento de Objetos
OO
Orientado a Objetos
OOP
Programação Orientada a Objetos
operação
Um serviço que pode ser solicitado a partir de um objeto para gerar um comportamento. A operação tem uma assinatura, que pode restringir os parâmetros atuais que sejam possíveis.
ORB
Agente de Solicitação de Objetos
orientações de trabalho
Descrição que fornece orientações práticas sobre como realizar uma atividade ou um conjunto de atividades. Geralmente leva em consideração técnicas que são úteis durante a atividade.
originador
Um originador é quem envia uma solicitação de mudança (CR). O mecanismo padrão de solicitação de mudança exige que o originador forneça informações sobre o problema atual, bem como uma solução proposta que esteja de acordo com o formulário de solicitação de mudança.

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pacote
Um mecanismo geral para organizar elementos em grupos. Os pacotes podem ser aninhados dentro de outros pacotes.
pacote de casos de uso
Um pacote de casos de uso é um conjunto de casos de uso, atores, relacionamentos, diagramas e outros pacotes; ele é usado para estruturar o modelo de casos de uso dividindo-o em partes menores.
pacote de casos de uso de negócios
Um pacote de casos de uso de negócios é uma coleção de casos de uso de negócios, atores de negócios, relacionamentos, diagramas e outros pacotes. Ele é usado para estruturar o modelo de casos de uso de negócios, dividindo-o em partes menores.
pacote de design
É uma coleção de classes, relacionamentos, realizações de casos de uso, diagramas e outros pacotes. É usada para estruturar o modelo de design, dividindo-o em partes menores. É o equivalente lógico do subsistema de implementação.
padrão
Um template de solução para um problema recorrente que seja comprovadamente útil em um determinado contexto. Os bons padrões resolvem os conflitos que definem o problema, e um padrão é escolhido em detrimento de outro com base na forma como ele resolve esses conflitos. Para merecer ser chamado de padrão, pelo menos três aplicações práticas devem ser evidentes. No caso de software, a UML pode suportar a representação de um padrão usando uma colaboração parametrizada, embora a UML não modele diretamente outros aspectos de padrões (como listas de conseqüências de uso, exemplos de uso etc.), pois o texto pode ser usado para isso. Um padrão de software é instanciado através da vinculação de valores a seus parâmetros. Os padrões podem existir em várias escalas e níveis de abstração; por exemplo, como padrões de arquitetura, padrões de análise, padrões de design, padrões de teste e idiomas ou padrões de implementação.
padrão de análise
[FOW97a] descreve os padrões de análise como sendo "... grupos de conceitos que representam uma construção comum em modelagem de negócios. Pode ser relevante apenas para um domínio ou abranger vários domínios". Por isso, nesta referência, o vocabulário do domínio não invade a descrição do padrão. Não há motivo para que a definição em [FOW97a] não seja estendida a outros domínios além da modelagem de negócios. Outro aspecto de um padrão de análise é que ele é um template abstrato e conceitual, destinado (através de vinculação, como em qualquer padrão) a instanciação em um modelo de análise, que irá necessitar posteriormente de refinamento através de design. A escala de um padrão de análise pode variar bastante, embora os apresentados em [FOW97a] estejam no meio da escala e se combinem para formar modelos de análise para aplicativos inteiros.
padrão de arquitetura
[BUS96] define um padrão de arquitetura como:

"Um padrão de arquitetura expressa um esquema fundamental de organização estrutural para sistemas de software. Ele fornece um conjunto de subsistemas predefinidos, especifica suas responsabilidades e inclui regras e diretrizes para organizar as relações entre eles."

Esta é a interpretação que usamos no RUP. Elaborando um pouco: um padrão de arquitetura é um padrão (ou seja, um template de solução) em uma determinada escala e um template para arquiteturas concretas de software. Ele atua em propriedades no âmbito de sistemas e, geralmente, em relações de escala de subsistemas (e não nível de classe). Por sua própria natureza, os padrões de arquitetura dão a impressão de não serem dependentes do domínio do aplicativo - o vocabulário de um determinado domínio parece não invadir a descrição do padrão - embora teoricamente não haja motivo para que padrões de arquitetura não possam se tornar especializados dessa forma. Compare com padrão de análise. O Documento de Arquitetura de Software apresentará os padrões de arquitetura usados no sistema.

padrão de design
[GAM94] define um padrão de design como:

"Um padrão de design fornece um esquema para refinar os subsistemas ou os componentes de um sistema de software, ou os relacionamentos entre eles. Ele descreve uma estrutura de componentes de comunicação, usada freqüentemente, que soluciona um problema de design geral dentro de um determinado contexto."

Os padrões de design são padrões de escala média a pequena, menores em escala do que nos padrões de arquitetura, mas geralmente independentes da linguagem de programação. Quando um padrão de design for limitado, ele será uma parte de um modelo de design concreto (talvez uma parte de um mecanismo de design). Por causa dos seus níveis, os padrões de design tendem a ser aplicáveis em domínios.

padrão de implementação
Consulte idioma.
Página inicial
A primeira página que um usuário vê quando navega por um site da Web. Também conhecida como home page.
pai
Em um relacionamento de generalização, é a generalização de outro elemento: o filho. Consulte subclasse e subtipo. Compare com: filho.
palavra-chave
Uma palavra predefinida reservada para Java (por exemplo, return), que não pode ser usada como um identificador.
paleta
Consulte paleta de beans.
papel
Uma definição do comportamento e das responsabilidades de um indivíduo - ou conjunto de indivíduos trabalhando em equipe - dentro do contexto de uma organização de engenharia de software.
Comportamento específico de uma entidade que participa de um determinado contexto. Um papel pode ser estático (por exemplo, uma extremidade de associação) ou dinâmico (por exemplo, um papel de colaboração).
papel de cápsula
Os papéis da cápsula representam uma especificação do tipo de cápsula que pode ocupar uma determinada posição na estrutura ou na colaboração de uma cápsula. Eles pertencem à cápsula de contêiner e não podem prescindir dela. A decomposição estrutural de uma cápsula geralmente inclui uma rede de papéis de colaboração da cápsula unidos por conectores.
parâmetro
A especificação de uma variável que pode ser alterada, passada ou retornada. Um parâmetro pode incluir um nome, um tipo e uma direção. Os parâmetros são usados para operações, mensagens e eventos. Sinônimos: parâmetro formal. Compare com: argumento.
parâmetro formal
Sinônimo: parâmetro.
parâmetro real
Sinônimo: argumento.
partição
(1) gráficos de atividade: Parte de um gráfico de atividades que organiza as responsabilidades referentes a ações. Consulte raia. (2) arquitetura: Subconjunto de classificadores ou pacotes no mesmo nível de abstração. Uma partição representa um corte vertical em uma arquitetura, ao passo que uma camada representa um corte horizontal. Compare com: camada.
participações
É a conexão de um elemento de modelo a um relacionamento ou a um relacionamento reificado. Por exemplo, uma classe participa de uma associação; um ator participa de um caso de uso.
PCO
Ponto de Controle e Observação
PDR
Revisão Preliminar de Design
PERL
Linguagem Prática de Relatório e Extração
PGP
Alto Nível de Privacidade
PKI
Infra-estrutura de Chave Pública
plano de integração do build
Define a ordem na qual os componentes devem ser implementados e integrados em uma iteração específica. Incluído no Plano de Iteração.
ponto de controle e observação
Um ponto específico no fluxo de procedimentos no qual uma observação é registrada do ambiente de teste, ou uma decisão é tomada com relação ao fluxo de controle do teste. Conceitos intrinsecamente relacionados, é comum que um ponto de controle precise dos detalhes de um ou mais pontos de observação para tomar a decisão de controle necessária.
ponto de interrupção
Um ponto em um programa de computador onde a execução será interrompida.
ponto de variação semântica
Um ponto de variação na semântica de um metamodelo. Concede um grau intencional de liberdade à interpretação da semântica do metamodelo.
pontos de verificação
Um conjunto de condições que artefatos bem formados de um determinado tipo devem exibir. Também podem ser declarados na forma de questões a serem respondidas afirmativamente.
POP3
Protocolo de Agência de Correio Versão 3
porta
(1) n. Portas são objetos de fronteira, que atuam como interfaces através das quais são passadas mensagens, referentes a uma instância da cápsula. As portas "pertencem" à instância da cápsula no sentido de que são criadas junto com sua cápsula e destruídas quando esta é destruída. Cada porta tem uma identidade e um estado que são distintos da identidade e estado da instância da cápsula a que pertencem (na mesma proporção em que qualquer parte é distinta de seu contêiner). (2) n. Terminologia de TCP/IP, uma porta é um ponto separadamente endereçável ao qual um aplicativo pode se conectar. Por exemplo, por padrão, HTTP usa porta 80 e HTTP Seguro (HTTPS) usa porta 443. (3) v. tr. Modificar (software) para uso em uma plataforma ou máquina diferente.
pós-condição
Uma descrição textual que define uma restrição no sistema quando um caso de uso for encerrado.
Restrição que deve ser verdadeira na conclusão de uma operação.
PRA
Autoridade de Revisão de Projeto
PRD
Documento de Requisitos do Produto
precondição
Uma descrição textual que define uma restrição no sistema quando um caso de uso pode ser iniciado.
Restrição que deve ser verdadeira quando uma operação é disparada.
previsão de teste
Uma estratégia para saber se um teste passa ou falha. A previsão de teste inclui o meio do qual o resultado do teste pode ser observado e a técnica de interpretação do que o meio apresentar. Ela fornece um meio pelo qual os resultados observados podem ser avaliados em comparação aos resultados esperados.
principal mecanismo
Uma descrição de como um padrão de arquitetura é compreendido em termos de padrões de interação entre elementos do sistema. Apresentado no Documento de Arquitetura de Software
privado
Um modificador de acesso associado a um membro da classe. Permite que apenas a classe tenha acesso ao membro.
procedimento de teste
O aspecto de procedimentos de um determinado teste, normalmente um conjunto de instruções detalhadas para a configuração e a execução passo a passo de um ou mais casos de teste específicos. O procedimento de teste é uma idéia abstrata realizada por um ou mais scripts de teste específicos. Consulte cenário de teste.
processador
Um tipo de nó que possui a capacidade de executar um ou mais processos. Geralmente, isso requer capacidade computacional, memória, dispositivos de entrada/saída e assim por diante. Consulte também , processo e dispositivo.
processamento de transação
Um estilo de computação que suporta aplicativos interativos nos quais as solicitações enviadas por usuários são processadas logo após o recebimento. O solicitante recebe os resultados em um período relativamente curto. Um sistema de processamento de transações supervisiona o compartilhamento de recursos para processar várias transações ao mesmo tempo.
processamento de transações on-line (OLTP)
Um estilo de computação que suporta aplicativos interativos nos quais as solicitações enviadas por usuários são processadas logo após o recebimento. O solicitante recebe os resultados em um período relativamente curto. Um sistema de processamento de transações on-line supervisiona o compartilhamento de recursos a fim de permitir o processamento eficiente de várias transações ao mesmo tempo.
processamento distribuído
O processamento distribuído é um modelo de sistemas ou aplicativos no qual a função e os dados podem ser distribuídos para vários recursos de computação em uma LAN ou WAN. Consulte computação cliente/servidor.
processo
(1) Thread de controle que pode ser executado ao mesmo tempo com outros processos, especificamente um processo de sistema operacional. Consulte também thread. (2) Conjunto de passos parcialmente ordenados que visam atingir uma meta. Na engenharia de software, a meta é criar um produto ou aprimorar um já existente; na engenharia de processos, a meta é desenvolver ou aprimorar um modelo de processo; corresponde a um caso de uso de negócios na engenharia de negócios.
(1) Unidade pesada de simultaneidade e execução em um sistema operacional. Compare com: thread, que inclui processos leves e pesados. Se for necessário, pode ser feita uma distinção de implementação usando estereótipos. (2) Processo de desenvolvimento de software - os passos e as diretrizes para desenvolver um sistema. (3) Executar um algoritmo ou lidar com algo de forma dinâmica.
processo de desenvolvimento
Um conjunto de passos ordenados parcialmente e executados para uma determinada finalidade durante o desenvolvimento de software, como modelos de construção ou de implementação.
processo de negócios
Um grupo de atividades relacionadas de forma lógica que usa os recursos da organização para fornecer resultados definidos em apoio aos objetivos da organização. No RUP, nós definimos processo de negócios usando casos de uso de negócios, que mostram o comportamento esperado do negócio, e realizações de casos de uso de negócios, que mostram como esse comportamento é compreendido pelos trabalhadores de negócios e pelas entidades de negócios. Consulte também processo
processo de sistema operacional
Um ambiente de execução e espaços de endereço exclusivos nos quais instâncias de classes e subsistemas estão presentes e são executados. O ambiente de execução pode ser dividido em um ou mais threads de controle. Consulte também processo e thread.
produto
Software resultante de desenvolvimento e alguns dos artefatos associados (documentação, mídia de release, treinamento).
produto liberado
Uma saída de um processo que tem um valor, material ou não, para um cliente ou outro envolvido.
programação orientada a objetos (OOP)
Uma abordagem de programação baseada nos conceitos de herança e abstração de dados. Ao contrário das técnicas de programação de procedimentos, a programação orientada a objetos se concentra nos objetos de dados que constituem o problema e na forma como eles são manipulados, não como algo é realizado.
projeção
Um mapeamento de um conjunto para um subconjunto dele.
projeção de visão
Uma projeção de elementos de modelo em elementos de visão. Uma projeção de visão fornece um local e um estilo a cada elemento de visão.
projeto
Projetos são realizados por pessoas, restringidos por recursos limitados, planejados, executados e controlados. Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um serviço ou produto exclusivo. Temporário significa que todo projeto tem começo e fim definidos. Exclusivo significa que o produto ou serviço é de alguma forma diferente de todos os produtos e serviços semelhantes. Em geral, os projetos são componentes críticos da estratégia de negócios de organizações executoras.
promoção
Em um JavaBean, fazer com que recursos de um bean contido disponível sejam usados para efetuar conexões. Por exemplo, um bean formado por três botões de ação em um painel. Se esse bean estiver localizado em uma estrutura, os recursos dos botões de ação terão de ser promovidos para disponibilizá-los a partir da estrutura.
propriedade
Um valor nomeado que denota uma característica de um elemento. Uma propriedade tem impacto semântico. Certas propriedades são predefinidas na UML, mas outras podem ser definidas pelo usuário. Consulte valor rotulado.
protegido
Um modificador de acesso associado a um membro da classe. Permite que a classe, as subclasses e todas as classes do mesmo pacote acessem o membro.
protocolo
Uma especificação de um conjunto compatível de mensagens usado para a comunicação entre cápsulas. O protocolo define um conjunto de tipos de mensagens de entrada e saída (por exemplo, operações, sinais) e, opcionalmente, um conjunto de diagramas de seqüência, que definem a ordem obrigatória de mensagens, e uma máquina de estado, que especifica o comportamento abstrato que os participantes de um protocolo devem ter.
Protocolo de Internet (IP)
Protocolo que fornece funções básicas da Internet.
Protocolo de Segurança IP (IPSec)
Fornece serviços criptográficos de segurança na camada de rede.
protocolo de transferência de arquivos (FTP)
A função básica de Internet que permite que arquivos sejam transferidos entre computadores. Pode ser usado tanto para fazer download de um computador host remoto como para fazer upload de arquivos do seu computador para um computador host remoto. 
Protocolo (TCP/IP)
O fundamento básico da programação que carrega mensagens de computador através do mundo pela Internet. Conjunto de protocolos que define a Internet. Projetado originalmente para o sistema operacional UNIX, o software TCP/IP agora está disponível para qualquer grande sistema operacional. Seu computador precisa ter o software TCP/IP para acessar a Internet.
protótipo
Um release que não está necessariamente sujeito a gerenciamento de mudança e controle de configuração.
proxy
Um gateway de aplicativo de uma rede para outra referente a um determinado aplicativo de rede (como Telnet de FTP, por exemplo), no qual o servidor Telnet de proxy de um firewall realiza autenticação do usuário e permite que o tráfego flua através do proxy como se ele não estivesse lá. A função é realizada no firewall, e não na estação de trabalho do cliente, provocando uma carga maior no firewall. Compare com socks.
pseudo-estado
UM vértice em uma máquina de estado que tem a forma de um estado, mas que não se comporta como tal. Os pseudo-estados incluem vértices iniciais e históricos.

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QA
Garantia de Qualidade
QE
Engenharia de Qualidade. Consulte também garantia de qualidade
qualificador
Um atributo de associação ou tupla de atributos cujos valores dividem o conjunto de objetos relacionado a um objeto através de uma associação.

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raia
Uma partição de um diagrama de atividades para organizar as responsabilidades por ações. As raias normalmente correspondem a unidades organizacionais em um modelo de negócios. Consulte partição.
rastreabilidade
A capacidade de rastrear um elemento de projeto em outros elementos de projeto relacionados, especialmente os referentes a requisitos.  Os elementos do projeto envolvidos em rastreabilidade são chamados de itens de rastreabilidade.
rastreamento de requisitos
A vinculação de um requisito a outros requisitos e a outros elementos do projeto associados.
rastrear
Uma dependência que indica um relacionamento histórico ou processual entre dois elementos que representam o mesmo conceito sem regras específicas para derivar um do outro.
Rational Process Workbench (RPW)
Uma ferramenta de publicação e personalização de processos que permite aos engenheiros de processo acelerar a liberação de processos de desenvolvimento de software personalizados, modelar processos visualmente usando a Linguagem Unificada de Modelagem e promover o uso das melhores práticas capturadas no RUP.
RDBMS
Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Relacional.
realização de casos de uso
Uma realização de casos de uso descreve como um determinado caso de uso é realizado no modelo de design em termos de objeto de colaboração.
realização de casos de uso de negócios
Uma realização de casos de uso de negócios descreve como o fluxo de trabalho de um determinado caso de uso de negócios é realizado dentro do modelo de objetos de negócios em termos de objetos de negócios de colaboração.
receber [uma mensagem]
O gerenciamento de um estímulo originado da instância de um emissor. Consulte emissor e receptor.
recepção
Uma declaração de que um classificador está preparado para reagir ao recebimento de um sinal.
recurso
Um serviço observável externamente que é fornecido pelo sistema e atende diretamente a uma necessidade dos envolvidos.
É uma propriedade, como uma operação ou um atributo, que é encapsulada dentro de um classificador (como uma interface), uma classe ou um tipo de dados.
Rede Local (LAN)
Rede de computadores localizada no estabelecimento do usuário dentro de uma área geográfica limitada. Geralmente, uma LAN consiste em uma ou mais máquinas de servidor que fornecem serviços a várias estações de trabalho do cliente.
reengenharia de negócios
Realização de engenharia de negócios, na qual o trabalho de mudança inclui ter uma visão abrangente do negócio existente. Você questiona todos os processos de negócios existentes e tenta descobrir formas completamente novas de reconstruí-los para conseguir melhorias radicais. Outros nomes para isso são reengenharia de processo de negócios (BPR) e inovação de processo. 
referência
(1) Uma indicação de um elemento de modelo. (2) Slot em um classificador que facilita a navegação para outros classificadores. Sinônimo: ponteiro.
refinamento
Representa uma especificação mais completa de algo que já tenha sido especificado em um certo nível de detalhes. Por exemplo, uma classe de design é um refinamento de uma classe de análise.
Registro de RMI
Um programa de servidor que permite que clientes remotos consigam uma referência para um bean de servidor.
regra de negócio
Uma declaração da política ou condição que deve ser satisfeita dentro do negócio.
relacionamento
Uma conexão semântica entre elementos de modelo. São exemplos de relacionamentos as associações e as generalizações.
relacionamento de extensão
Um relacionamento de extensão estabelecido entre uma classe de caso de uso A e uma classe de caso de uso B indica que uma instância de B pode incluir (dependendo de determinadas condições especificadas na extensão) o comportamento especificado por A. Comportamentos especificados por vários distensores de um único caso de uso-alvo podem ocorrer dentro de uma única instância de caso de uso.
relacionamento de inclusão
Um relacionamento de inclusão é aquele que se estabelece entre um caso de uso base e um caso de uso de inclusão, especificando como o comportamento definido para o caso de uso de inclusão é inserido de forma explícita no comportamento definido para o caso de uso base.
relatório
Uma descrição gerada automaticamente, definindo um ou vários artefatos. Um relatório não é um artefato em si. Na maioria dos casos, ele é um produto transitório do processo de desenvolvimento e um veículo para comunicar certos aspectos do sistema em desenvolvimento; é uma descrição instantânea de artefatos que não são documentos em si.
release
Um subconjunto do produto final que é o objeto de avaliação em um marco principal. Um release é uma versão estável e executável do produto, que vem acompanhada dos artefatos necessários para sua utilização (como notas de release ou instruções de instalação, por exemplo). Um release pode ser interno ou externo. Um release interno é usado apenas pela organização de desenvolvimento, como parte de um marco, ou para fazer uma demonstração para usuários ou clientes. Um release externo é liberado para os usuários finais. Um release não é necessariamente um produto completo, mas pode ser apenas uma etapa ao longo do caminho, com sua utilidade avaliada apenas do ponto de vista da engenharia. Uma das funções dos releases é forçar a equipe de desenvolvimento a fazer fechamentos em intervalos regulares, evitando a síndrome do "90% pronto, 90% faltando". Consulte também protótipo e baseline.
repositório
Um local de armazenamento para modelos de objetos, interfaces e implementações.
requisito
Um requisito descreve uma condição ou capacidade à qual um sistema deve se adaptar, seja ela derivada diretamente de necessidades dos usuários ou declarada em um contrato, um padrão, uma especificação ou outro documento formalmente imposto. Consulte Conceito: Requisitos.
Recurso, propriedade ou comportamento desejado de um sistema.
requisito de software
Uma especificação de um comportamento do sistema que pode ser observado externamente; por exemplo, entradas e saídas do sistema, funções e atributos do sistema ou atributos do ambiente do sistema.
requisito de teste
É um requisito colocado no esforço de teste que deve ser satisfeito durante a implementação e execução de um ou mais testes. Este termo foi substituído pelo termo idéia de teste.
requisitos
Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é definir o que o sistema deve fazer. As atividades mais significativas são desenvolver uma visão, um modelo de casos de uso e especificações suplementares.
responsabilidade
Um contrato ou uma obrigação de um classificador.
ressurgir
Sinônimo para desserializar.
restrição
Uma condição semântica ou restrição. Certas restrições são predefinidas na UML, mas outras podem ser definidas pelo usuário. As restrições correspondem a um dos três mecanismos de extensibilidade da UML. Consulte valor rotulado e estereótipo.
resultado
Sinônimo de saída. Consulte também produto liberado.
reutilizar
Uso posterior ou repetido de um artefato
O uso de um artefato preexistente.
revisão
É uma atividade de grupo executada para descobrir possíveis defeitos e avaliar a qualidade de um conjunto de artefatos.
revisão crítica de design (CDR)
No ciclo de vida em cascata, é a revisão válida mantida quando o design detalhado é concluído. Consulte Diretrizes: Plano de Desenvolvimento de Software.
revisão de especificações de software (SSR)
No ciclo de vida em cascata, é a revisão válida mantida quando a especificação de requisitos de software é concluída. Consulte Diretrizes: Plano de Desenvolvimento de Software, Relação entre a Tradicional Seqüência de Revisão em Cascata e a Abordagem Iterativa.
revisão de requisitos do sistema (SRR)
No ciclo de vida em cascata, é o nome da revisão válida mantida quando a especificação do sistema é concluída. Consulte Diretrizes: Plano de Desenvolvimento de Software.
revisão preliminar de design (PDR)
No ciclo de vida em cascata, é a revisão válida mantida quando o design de arquitetura é concluído. Consulte Diretrizes: Plano de Desenvolvimento de Software#Relação entre a Tradicional Seqüência de Revisão em Cascata e a Abordagem Iterativa.
RFC
Solicitação de Comentário. Os Padrões de Internet são definidos em documentos conhecidos como RFCs.
risco
Uma relação de altos e baixos que tem alta probabilidade de afetar negativamente o sucesso de marcos principais.
risco de qualidade
Uma relação de altos e baixos que tem alta probabilidade de afetar negativamente a qualidade do produto de software. Embora seja discutível a noção de que há um número ilimitado de dimensões de qualidade para avaliar riscos de qualidade, o RUP usa o modelo de requisitos do FURPS+ como base para discutir dimensões de qualidade.
RMI
Chamada Remota de Método
RPC
Chamada de Procedimento Remoto
RPW
Rational Process Workbench
RSA
Algoritmo Rivest-Shamir-Adleman
RUP
Rational Unified Process

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S/MIME
MIME Seguro
saída
(1) Qualquer artefato que seja o resultado de uma etapa do processo. Consulte produto liberado. (2) Resultado bruto ou produto originado de um teste que tenha sido realizado. As saídas esperadas são definidas no caso de teste.
SAP
Originalmente "Systemanalyse und Programmentwicklung", agora denominado Sistemas, Aplicativos e Produtos no Processamento de Dados.
script de teste
Um conjunto de instruções passo a passo que permitem a execução de um teste. Os scripts de teste podem assumir a forma de instruções de texto documentadas e executadas manualmente ou de instruções que podem ser lidas pelo computador para ativar a execução automática do teste. Consulte cenário de teste, procedimento de teste.
seção de caso de uso
É qualquer seção de um caso de uso, incluindo precondições, pós-condições, subfluxos, passos e texto.  As seções de caso de uso podem ser usadas como itens de rastreabilidade.
SEPA
Autoridade de Processo de Engenharia de Software
seqüência
Uma seqüência de caracteres de texto. Os detalhes de representação da seqüência de caracteres depende da implementação e pode inclui conjuntos de caracteres que suportam caracteres e elementos gráficos internacionais.
seqüência de ações
Uma expressão que se decompõe em uma seqüência de ações.
serializar
Desconstruir um objeto para que ele possa ser escrito como um fluxo de bytes. Sinônimo para seriar e dispor em série.
seriar
Sinônimo para serializar.
serviço de mensagens
Um modelo de comunicação por meio do qual os aplicativos distribuídos se comunicam enviando mensagens entre si. Geralmente, uma mensagem é um pacote curto de informações que não requer necessariamente uma resposta. O serviço de mensagens implementa o método de comunicações assíncronas. Fragmento de código Java dentro de uma classe que pode ser disparado e para o qual pode ser passado um conjunto de parâmetros a fim de realizar uma tarefa específica.
servidor
Um computador que fornece serviços a vários usuários e estações de trabalho em uma rede; por exemplo, um servidor de arquivos, de impressoras ou correio eletrônico.
servidor de nomes de domínios
É um sistema para converter nomes de domínio (como www.software.ibm.com) em endereços numéricos de protocolo de Internet (como 123.45.67.8).
servidor Web
Componente de servidor da World Wide Web. É responsável por solicitar informações de navegadores da Web. As informações podem ser um arquivo recuperado do disco local do servidor ou gerado por um programa chamado pelo servidor para executar uma determinada função de aplicação.
Servlets
Servlets são objetos Java executados no servidor em resposta a uma solicitação do navegador. Eles podem chamar um JSP para produzir a saída ou gerar HTML ou XML diretamente.
SET
Transação Eletrônica Segura
SHTTP
Protocolo de Transferência de Hipertexto Seguro
simultaneidade
A ocorrência de duas ou mais atividades durante o mesmo intervalo de tempo. A simultaneidade pode ser alcançada intercalando ou executando ao mesmo tempo dois ou mais threads. Consulte thread.
sinal
A especificação de um estímulo assíncrono comunicado entre instâncias. Os sinais podem ter parâmetros.
sistema
(1) Uma coleção de unidades conectadas que são organizadas para cumprir uma finalidade específica. Um sistema pode ser descrito por um ou mais modelos, provavelmente sob pontos de vista diferentes. Sinônimo: sistema físico. (2) Subsistema de alto nível.
sistema da Web
Sistema de hipermídia que contém páginas de informações vinculadas entre si na forma de um gráfico, e não linear ou hierarquicamente. Um sistema da Web pode se manifestar como um servidor Web que pode ser acessado através de um navegador.
sistema de gerenciamento de banco de dados
Um programa de computador que gerencia dados ao fornecer os serviços de controle centralizado, independência de dados e estruturas físicas complexas para acesso eficiente, integridade, recuperação, controle de simultaneidade, privacidade e segurança.
Sistemas, Aplicativos e Produtos (SAP)
Originalmente "Systemanalyse und Programmentwicklung" e agora denominada Sistemas, Aplicativos e Produtos no Processamento de Dados, a SAP fornece softwares para soluções de negócios integradas que são amplamente utilizados.
site da Web
Um sistema da Web que se encontra todo em um servidor. Os usuários usam um navegador para navegar pelo site da Web. 
SMTP
Protocolo Simples de Transferência de Mensagens
SNMP
Protocolo Simples de Gerenciamento de Rede
SOCKS
Soquete Seguro
solicitação de envolvidos
Uma solicitação de qualquer tipo — por exemplo, Solicitação de Mudança, solicitação de melhoria, solicitação para uma mudança de requisito, defeito — proveniente de um envolvido.
solicitação de melhoria
Um tipo de solicitação de envolvidos que especifica um nova recurso ou funcionalidade do sistema. Consulte também solicitação de mudança.
solicitação de mudança (CR)
Um termo geral para qualquer solicitação proveniente de um envolvido para alterar um artefato ou processo. Estão documentadas na Solicitação de Mudança informações sobre a origem e o impacto do problema atual, bem como a solução proposta e o custo. Consulte também solicitação de melhoria e defeito.
solicitação HTTP
Uma transação iniciada por um navegador da Web e de acordo com o HTTP. Normalmente, o servidor responde com dados em HTML, mas também pode enviar outros tipos de objetos.
Soquete Seguro (SOCKS)
O gateway que permite que um código de cliente compatível (código de cliente feito através de soquete seguro) crie uma sessão com um host remoto.
SQL
Linguagem de Consulta Estruturada
SRR
Revisão de Requisitos do Sistema
SRS
Especificações de Requisitos de Software
SSL
Camadas de Soquete de Segurança
SSR
Revisão de Especificações de Software
stub
Um componente que contém funcionalidade para fins de teste. Um stub é "fictício", simplesmente retornando alguns valores predefinidos, ou está "simulando" um comportamento mais complexo.
subclasse
Em um relacionamento de generalização, é a especialização de outra classe: a superclasse. Consulte generalização. Compare com: superclasse.
subestado
Um estado que faz parte de um estado composto. Consulte subestado simultâneo, subestado disjunto.
subestado composto
Um subestado que pode ser mantido simultaneamente com outros subestados contidos no mesmo estado composto. Sinônimo: região. Consulte estado composto.
subestado disjunto
Um subestado que não pode ser mantido simultaneamente com outros subestados contidos no mesmo estado composto. Consulte estado composto. Compare com: subestado simultâneo
subestado simultâneo
Um subestado que pode ser mantido simultaneamente com outros subestados contidos no mesmo estado composto. Consulte subestado composto. Compare com: subestado disjunto.
subsistema
Um elemento de modelo que tem a semântica de um pacote, de tal forma que ele possa conter outros elementos de modelo, e uma classe, para que ela tenha comportamento. O comportamento do subsistema é definido por classes ou outros subsistemas contidos nele. Um subsistema realiza uma ou mais interfaces, que definem o comportamento que ele pode apresentar.
Subsistema é um agrupamento de elementos de modelo, sendo que alguns são uma especificação do comportamento oferecido pelos outros elementos de modelo contidos. Consulte pacote. Consulte também sistema.
subsistema de design
A Um elemento de modelo que tem a semântica de um pacote (pode conter outros elementos de modelo) e de uma classe (contém comportamento). O comportamento do subsistema é fornecido por classes e outros subsistemas que ele contém. Um subsistema realiza uma ou mais interfaces, que definem o comportamento a ser apresentado por ele. Compare com: pacote de design.
subsistema de implementação
Uma coleção de componentes e outros subsistemas de implementação usados para estruturar o modelo de implementação dividindo-o em partes menores. Observe que, no RUP, o modelo de implementação e os subsistemas de implementação são o objetivo da visão de implementação, sendo, portanto, primordiais para a fase de desenvolvimento. É o equivalente físico do pacote de design. O nome "subsistema de implementação" reflete um uso comum do termo "subsistema" para indicar algo de escala maior que um componente. Em termos de UML, porém, é um pacote estereotipado, não um subsistema.
subtipo
Em um relacionamento de generalização, é a especialização de outro tipo: o supertipo. Consulte generalização. Compare com: supertipo.
superclasse
Em um relacionamento de generalização, é a generalização de outra classe: a subclasse. Consulte generalização. Compare com: subclasse.
supertipo
Em um relacionamento de generalização, é a generalização de outro tipo: o subtipo. Consulte generalização. Compare com: subtipo.

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tarefa
Consulte processo de sistema operacional, processo e thread.
TCP
Protocolo de Controle de Transmissão
TCP/IP
Protocolo de Controle de Transmissão/Protocolo de Internet
Telnet
Protocolo de terminal virtual do Departamento de Defesa Americano.
template
Uma estrutura predefinida de um artefato. Sinônimo: elemento de software parametrizado.
template de documento
Um template de ferramenta concreto, como um template de Adobe FrameMaker ou de Microsoft Word.
tempo
Um valor que representa um momento absoluto ou relativo no tempo.
tempo de análise
Refere-se a algo que ocorre durante uma fase de análise do processo de desenvolvimento de software. Consulte tempo de design e tempo de modelagem.
tempo de compilação
Refere-se a algo que ocorre durante a compilação de um módulo de software. Consulte tempo de modelagem e tempo de execução.
tempo de design
Refere-se ao que ocorre durante a fase de design do processo de desenvolvimento de software. Consulte tempo de modelagem. Compare com: tempo de análise.
tempo de execução
O período de tempo durante o qual um programa de computador é executado. Compare com: tempo de modelagem.
tempo de modelagem
Refere-se ao que ocorre durante a fase de modelagem do processo de desenvolvimento de software. Inclui tempo de análise e tempo de design. Nota de uso: Ao abordar sistemas de objetos, é importante fazer a distinção entre tempo de modelagem e tempo de execução. Consulte tempo de análise e tempo de design. Compare com: tempo de execução.
testabilidade
A capacidade dos itens de teste-alvo de serem testados adequadamente: se o item-alvo não puder implementar os testes necessários, talvez falte testabilidade. Os dois principais aspectos abordados em relação à testabilidade são 1) a capacidade dos itens de teste-alvo de fornecer suporte adequado para teste e 2) a capacidade de ajuste do processo e das ferramentas utilizadas pela equipe de teste e a estratégia específica para aplicá-las. Consulte interface de teste, abordagem de teste.
teste
(1) Uma disciplina no processo de engenharia de software cuja finalidade é integrar e testar o sistema. (2) n. Instância de um determinado caso de teste (3). v. Executar um teste.
teste baseado em erros
Uma técnica usada para testar software que usa um método de teste e dados do teste para demonstrar a ausência ou existência de um conjunto de erros. Por exemplo, para demonstrar que o software resolve corretamente um erro de divisão por zero, os dados do teste incluiriam zero.
teste beta
Teste realizado antes do release no qual uma amostra da base do cliente pretendido testa o produto.
teste de novela
Uma técnica para definir cenários de teste raciocinando em cima de cenários de uso exagerados e dramáticos. Como uma novela na televisão, esses cenários refletem a "vida real", mas são condensados e exagerados para descrever instâncias dramáticas de uso do sistema. Quando definidas em colaboração com usuários experientes, as novelas ajudam a testar rapidamente vários aspectos funcionais de um sistema e, como não estão diretamente relacionadas às características ou especificações formais de sistemas, elas têm uma alta taxa de êxito na revelação de problemas importantes não previstos. A definição desse termo e a técnica associada a ele foram desenvolvidas por Hans Buwalda durante sua experiência como consultor de testes junto a clientes.
teste de regressão
Uma expressão usada para descrever um subconjunto de testes, normalmente de número limitado, que podem ser executados em cada build para determinar se o software regrediu em forma ou função desde o build anterior. (Sinônimos: teste de validação do build, teste de verificação do build, teste de aceitação do build, teste de regressão do build e verificação de normalidade).
teste exploratório
Técnica usada para testar software que requer um planejamento avançado mínimo e tolera documentação limitada para o objetivo do teste, confiando principalmente na habilidade e no conhecimento do testador para conduzir o teste. Embora tenha sido definido primeiro por Cem Kaner, o teste exploratório foi amplamente difundido através do trabalho de James Bach. James defende um estilo de teste exploratório em que pequenas sessões de exploração com aproximadamente 90 minutos são amplamente planejadas, executadas, e os resultados registrados e revisados.
thread
da rede
Uma computação independente executada dentro de um ambiente de execução e espaço de endereço definido por um processo de sistema operacional incluído. Às vezes, também denominado "processo leve".
thread [de controle]
Um caminho único de execução através de um programa, um modelo dinâmico ou alguma outra representação de fluxo de controle. Pode ser também um estereótipo para a implementação de um objeto ativo como processo leve. Consulte processo.
timebox
A abordagem ao gerenciamento da programação de uma iteração recomendada no RUP: tendo estabelecido inicialmente o escopo e a programação de uma iteração, o gerente de projeto é incentivado a gerenciar de forma ativa esse escopo (e os recursos confirmados para a iteração), a fim de cumprir a data final planejada para a iteração, em vez de adiá-la para acomodar o escopo planejado originalmente, caso o desenvolvimento leve mais tempo que o imaginado. No RUP, é preferível reduzir o escopo do que adicionar recursos para gerenciar uma programação adiada. São duas as motivações para essa abordagem: tornar os resultados de uma iteração visíveis para os envolvidos e avaliar a iteração, para que as lições aprendidas possam ser aplicadas a iterações posteriores.
tipo
Uma descrição de um conjunto de entidades que compartilham características, relações, semântica e atributos comuns.
Estereótipo de classe usado para especificar um domínio de instâncias (objetos) junto às operações aplicáveis aos objetos. Um tipo não pode conter métodos. Consulte classe e instância. Compare com: interface.
tipo de dados
Um descritor de um conjunto de valores sem identidade, cujas operações não têm efeitos colaterais. Os tipos de dados incluem tipos predefinidos básicos e tipos que podem ser definidos pelo usuário. Os tipos predefinidos são números, seqüência de caracteres e tempo. Os tipos que podem ser definidos pelo usuário são enumerações.
tipo de requisito
Uma categorização de requisitos (por exemplo, necessidades dos envolvidos; recursos; caso de uso; requisitos suplementares, de teste, de documentos, de hardware, de software; e assim por diante) baseada em atributos e características comuns. Consulte Conceito: Tipos de Requisitos.
tipo primitivo
Um tipo de dados básico, predefinido e sem subestruturas, como um inteiro ou uma seqüência de caracteres.
trabalhador de negócio
Um trabalhador de negócio representa um papel ou conjunto de papéis no negócio. Ele interage com outros trabalhadores de negócios, manipula entidades de negócios e participa de realizações de casos de uso de negócios.
transação
Uma unidade de processamento que consiste em um ou mais programas de aplicativos iniciados por uma única solicitação. Uma transação pode exigir a iniciação de uma ou mais tarefas para ser executada.
transição
A quarta fase do processo em que o software é entregue à comunidade de usuários.
Relação entre dois estados indicando que um objeto no primeiro estado irá executar determinadas ações e entrar no segundo estado quando um evento específico ocorrer e condições específicas forem atendidas. Nesse tipo de mudança de estado, a transição é denominada disparo.
transição interna
Uma transição que significa uma resposta a um evento sem alterar o estado de um objeto.
trigger
Com exceção da transição inicial, todo comportamento em uma máquina de estado é ativado pela chegada de eventos em uma das interfaces de um objeto. Portanto, um trigger define os eventos a partir dos quais as interfaces farão com que a transição ocorra. Um trigger está associado à interface na qual o evento ativador deve chegar. Além disso, uma transição pode ter vários triggers, de tal forma que um evento que satisfaça qualquer um dos triggers faça com que a transição ocorra.

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UI
Interface do Usuário
UML
Linguagem Unificada de Modelagem
Unicode
Um sistema de codificação de caracteres projetado para suportar intercâmbio, processamento e exibição de textos escritos em todos os idiomas do mundo moderno. Os caracteres Unicode geralmente são codificados usando números de 16 bits integrais e sem sinal.
unidade de implantação
Um conjunto de objetos ou componentes que são alocados para um processo ou um processador como um grupo. Uma unidade de distribuição pode ser representada por um composto ou um agregado em tempo de execução.
unidade organizacional
Um conjunto de trabalhadores de negócios, entidades de negócios, relacionamentos, realizações de casos de uso de negócios, diagramas e outras unidades organizacionais. É usada para estruturar o modelo de objetos de negócios, dividindo-o em partes menores.
URL
Localizador de Recursos Uniforme
uso
Uma dependência na qual um elemento (o cliente) exige a presença de outro elemento (o fornecedor) para funcionar e ser implementada corretamente.
utilitário
Um estereótipo que agrupa procedimentos e variáveis globais na forma de uma declaração de classe. As operações e os atributos de utilidade transformam-se, respectivamente, em procedimentos globais e variáveis globais. Uma utilidade não é uma construção fundamental de modelagem, mas sim uma conveniência de programação.

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valor
Um elemento de um domínio de tipo.
valor atribuído
[MSP97] define isso como:
" A medida do valor do trabalho realizado até o momento. O valor atribuído usa estimativas originais e o andamento até o momento para mostrar se os custos reais estão dentro do orçamento e se as tarefas estão adiantadas ou atrasadas em relação ao plano de baseline."
valor rotulado
A definição explícita de uma propriedade como um par nome-valor. Em um valor rotulado, o nome é conhecido como marca. Certas marcas são predefinidas na UML, mas outras podem ser definidas pelo usuário. Os valores rotulados correspondem a um dos três mecanismos de extensibilidade da UML. Consulte restrição e estereótipo.
valor único [MOF]
Um elemento de modelo com multiplicidade definida tem valor único quando seu atributo superior Tipo de Multiplicidade: é definido como um. O termo "valor único" não pertence ao número de valores mantido por um atributo, parâmetro, etc. a qualquer momento, já que um atributo de valor único (por exemplo, com uma multiplicidade menor limitada a zero) pode ser sem valor. Compare com: multi-valorado.
variável
(1) Um local de armazenamento em um objeto referente a um recurso de dados. O recurso de dados é um objeto (como número ou data) armazenado como um atributo do objeto contentor. (2) Bean que recebe uma identidade em tempo de execução. Uma variável por si só não contém dados ou lógica de programa; ela deve ser conectada de tal forma que receba identidade em tempo de execução a partir de um bean localizado em algum lugar do aplicativo.
VB
Visual Basic
versão
Uma variante de algum artefato; versões posteriores de um artefato normalmente expandem versões anteriores.
vértice
Uma origem ou destino de uma transição em uma máquina de estado. Um vértice pode ser um estado ou um pseudo-estado. Consulte estado e pseudo-estado.
vinculação
A criação de um elemento de modelo a partir de um template fornecendo argumentos para os parâmetros do template.
visão
Uma descrição simplificada (uma abstração) de um modelo, que é visto sob uma determinada perspectiva e omite entidades que não são relevantes para essa perspectiva. Consulte também visão de arquitetura.
Projeção de um modelo, que é visto sob uma determinada perspectiva e omite entidades que não são relevantes para essa perspectiva.
visão
A visão que o usuário ou o cliente tem do produto a ser desenvolvido, especificada no nível das principais necessidades dos envolvidos e recursos do sistema.
visão de arquitetura
Uma visão da arquitetura do sistema a partir de uma determinada perspectiva. Seu foco reside principalmente em estrutura, modularidade, componentes essenciais e nos principais fluxos de controle.
visão de caso de uso
Uma visão de arquitetura que descreve como casos de uso críticos são executados no sistema, dando ênfase principalmente a componentes arquiteturalmente significativos (objetos, tarefas, nós). No RUP, é uma visão do modelo de casos de uso.
visão de implantação
Uma visão de arquitetura que descreve uma ou várias configurações do sistema. É o mapeamento de componentes de software (tarefas, módulos) para nós de computação nessas configurações.
visão de implementação
Uma visão de arquitetura que descreve a organização dos elementos estáticos do software (código, dados e outros artefatos que os acompanham) no ambiente de desenvolvimento em termos de empacotamento, divisão em camadas e gerenciamento de configuração (propriedade, estratégia de release e assim por diante). No Processo Unificado, é uma visão sobre o modelo de implementação.
visão de processos
Um visão de arquitetura que descreve o aspecto simultâneo do sistema: tarefas (processos) e suas interações.
visão lógica
Uma visão de arquitetura que descreve as principais classes no design do sistema: classes relacionadas aos principais negócios e classes que definem os principais mecanismos estruturais e comportamentais (persistência, comunicações, tolerância a falhas, interface do usuário). No Processo Unificado, a visão lógica é uma visão do modelo de design.
visibilidade
Uma enumeração cujo valor (público, protegido ou privado) denota como o elemento de modelo ao qual se refere pode ser visto fora de seu namespace incluído.
VM
Máquina Virtual
VPN
Rede Privada Virtual

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World Wide Web (WWW ou web)
Um serviço de Internet de multimídia hipertextual gráfica.
WYSIWYG
O Que Você Vê É O Que Será Impresso

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XML
Linguagem de Marcação Extensível
XP
eXtreme Programming

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zona desmilitarizada (DMZ)
Este termo vem sendo muito usado na indústria para descrever uma sub-rede, normalmente referindo-se a servidores Web protegidos por firewalls a partir de uma rede interna da empresa ou da Internet externa.


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