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Decidir Como Realizar o Fluxo de Trabalho Início da página

As seguintes decisões devem ser tomadas em relação ao fluxo de trabalho da disciplina Implementação:

  • Decida como executar o fluxo de trabalho examinando a seção Implementação: Fluxo de Trabalho. Analise o diagrama com suas condições de guarda e as respectivas diretrizes. Decida os detalhamentos do fluxo de trabalho a serem executados e a ordem de execução. 
  • Decida que partes dos detalhamentos do fluxo de trabalho de Implementação deverão ser executadas. Estão relacionadas a seguir algumas partes que podem ser incluídas com certa independência entre si.

Parte do fluxo de trabalho

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Gerenciamento de build e integração O papel Integrador e a Atividade: Planejar Integração do Sistema, em conjunto com o Artefato: Plano de Integração do Build, costumam ser incluídos logo no início do projeto. As outras atividades relacionadas à integração (como, por exemplo, a Atividade: Planejar Integração do Subsistema, a Atividade: Integrar Subsistema e a Atividade: Integrar Sistema) são incluídas apenas no momento em que a integração é iniciada. 
Implementação de componentes Os papéis Implementador e Revisor de Código, assim como seus respectivos artefatos e atividades, são incluídos no início da implementação, em cada iteração.
  • Durante o ciclo de vida do projeto, decida quando incluir cada parte do fluxo de trabalho. Na maioria das vezes, é possível aguardar até a fase de elaboração para introduzir toda a disciplina Implementação. Qualquer elaboração de protótipos que ocorra na fase de iniciação geralmente tem um caráter exploratório e não é conduzida com o mesmo rigor (no que tange a artefatos e revisões, por exemplo) exigido pelo fluxo de trabalho de Implementação completo durante a elaboração e a construção.

Documente as decisões no Caso de Desenvolvimento, no tópico Disciplinas, Implementação, Fluxo de Trabalho.  

Decidir Como Usar Artefatos Início da página

Decida os artefatos a serem usados e como usar cada um deles. A tabela abaixo descreve os artefatos que você obrigatoriamente deve ter e os que são usados apenas em alguns casos. Para obter informações mais detalhadas sobre como adaptar cada artefato e conhecer as vantagens e desvantagens de cada um deles, consulte a seção "Adaptação" para cada artefato desejado.

Para cada artefato, decida como ele deverá ser usado: Obrigatório, Recomendável, Opcional ou Desnecessário. Para obter mais detalhes, consulte Diretrizes: Classificação de Artefatos.

Artefato Finalidade

Adaptação (Opcional, Recomendada)

Modelo de implementação

(Subsistema de implementação, Componente)

O modelo de implementação consiste no código-fonte, nos executáveis e em todos os outros artefatos necessários para criar e gerenciar o sistema no ambiente em tempo de execução.

Um subsistema de implantação é um conjunto de componentes e outros subsistemas de implementação que é usada para estruturar o modelo de implementação dividindo-o em partes menores.

Um componente representa um trecho de um código de software (fonte, binário ou executável) ou um arquivo contendo informações (por exemplo, um arquivo de inicialização ou um arquivo Leiame). Ele também pode ser uma agregação de outros componentes (por exemplo, um aplicativo formado por vários executáveis).

Todos os projetos de software possuem um modelo de implementação com componentes que incluem, no mínimo, alguns executáveis e códigos-fonte.

Alguns projetos também incluirão subsistemas, bibliotecas e modelos visuais.

Os subsistemas são úteis quando há um grande número de componentes para serem organizados.

Plano de Integração do Build Define a ordem em que os componentes e os subsistemas devem ser implementados, os builds que devem ser criados durante a integração do sistema e como eles devem ser avaliados.

Opcional.

Recomendada se for necessário planejar a integração. Omita-o apenas quando a integração for trivial.


Para adaptar cada artefato, execute os passos descritos em Atividade: Elaborar Caso de Desenvolvimento, no tópico "Adaptar Artefatos por Disciplina".

Decidir a Cobertura de Teste Unitário Início da página

Decida qual será o grau de execução do teste unitário e o nível de cobertura de código, cuja   escala varia de informal a 100%. Essa escala está descrita no Plano de Teste.

O nível de cobertura do teste unitário costuma ser determinado pelas necessidades dos testadores de sistemas e de integração, para os quais o código foi encaminhado. Os testadores de sistemas dependem da qualidade do código para efetuarem seu trabalho. Se houver muitos defeitos no código, esses testadores o devolverão aos implementadores com muita freqüência. Isso é sinal de um processo de desenvolvimento de baixa qualidade; a solução pode ser exigir que os implementadores realizem testes unitários mais completos.

É claro que não se pode esperar que o código não apresente mais nenhum defeito depois da execução do teste de unidade. No entanto, é necessário encontrar um equilíbrio "saudável" entre os testes unitários e a qualidade.

O nível de cobertura do teste unitário também pode variar de acordo com as diferentes fases. Nem mesmo um projeto cuja segurança seja muito importante e que exija 100% de cobertura do código durante a construção e a transição costuma exigir esse mesmo nível durante a elaboração, porque muitas classes são implementadas apenas parcialmente nessa etapa.

Decidir Como Revisar o Código Início da página

Decida qual será o grau de revisão do código. 

As vantagens das revisões de código são:

  • Implementar e estimular um estilo de codificação comum no projeto. A revisão do código é uma maneira eficiente de fazer com que os membros do projeto sigam o Guia de Programação. Para assegurar isso, é mais importante revisar os resultados de todos os autores e implementadores do que revisar todos os arquivos de código-fonte.
  • Localizar erros que os testes automatizados não detectam. As revisões de código localizam erros que não tenham sido detectados nos testes.
  • Compartilhar conhecimento entre as pessoas e transferi-lo das mais experientes para as menos experientes.

As desvantagens das revisões de código são:

  • Demanda tempo e recursos.
  • Se a revisão não for feita de forma apropriada, pode ser ineficaz. Há o risco de a revisão do código ser feita "apenas porque tem de ser feita", e não como um complemento eficiente dos testes automatizados.

Para obter mais informações sobre revisão do código, consulte também Atividade: Revisar o Código.

A revisão do código valoriza significativamente o projeto. Pode-se observar uma melhora no desempenho dos revisores em todos os projetos que medem os níveis de erros e de problemas de manutenção relacionados a revisões de código. Em muitas organizações, porém, é difícil fazê-las "decolar". Os motivos são vários:

  • Não foram coletados dados suficientes para verificar se a revisão do código realmente funciona.
  • Foram coletados dados em demasia.
  • Os implementadores são muito protecionistas em relação ao código.
  • As revisões se prendem demais a formalidades.
  • A administração das revisões exige muito esforço.

Para fazer o melhor uso possível das revisões de código, lembre-se:

  • Colete apenas dados adequados.
  • Avalie o desempenho das revisões e exiba os resultados.
  • Utilize as revisões sem excessos.

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