Diretrizes:
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| Métrica | Finalidade | Exemplos de medidas/perspectivas |
| Andamento | Planejamento de iteração Abrangência |
Essas medidas também podem ser coletadas por classe e por pacote
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| Estabilidade | Convergência |
Essa medida também pode ser coletada por iteração e por pacote
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| Adaptabilidade | Convergência "Retrabalho" de software |
Essa medida também pode ser coletada por iteração e por pacote |
| Modularidade | Convergência "Retalhamento" de software |
Essa medida também pode ser coletada por iteração |
| Qualidade | Planejamento de iteração Indicador de retrabalho Critério de release |
Essas medidas também podem ser coletadas por classe e por pacote |
| Maturidade | Adequação/cobertura de teste Resistência para uso |
Essa medida também pode ser coletada por iteração e por pacote |
| Perfil de despesas | Visão financeira Planejado versus real |
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Até mesmo os projetos menores devem controlar o andamento para verificar se estão dentro do cronograma e do orçamento e, caso não estejam, para refazer a estimativa e determinar se serão necessárias alterações no escopo. O foco deste conjunto mínimo de métricas estará, portanto, nas métricas de progresso.
Essas métricas são descritas a seguir mais detalhadamente.
O método mais usado ([PMI96]) para medir o andamento é a Análise do Valor Atribuído.
A forma mais simples de medir o valor atribuído é somar o esforço estimado original de todas as tarefas concluídas. Um "percentual de conclusão" do projeto pode ser calculado como o valor atribuído dividido pelo total de esforço estimado original do projeto. A produtividade (ou Índice de Desempenho) é o valor atribuído dividido pelo esforço real empregado nas tarefas concluídas.
Por exemplo, suponha que o esforço de codificação tenha sido dividido em diversas tarefas, muitas das quais já estão concluídas. A estimativa original para as tarefas concluídas era 30 dias de esforço. O esforço estimado total para o projeto era 100 dias. Assim, podemos estimar que aproximadamente 30% do projeto estão concluídos.

Suponha que as tarefas tenham sido concluídas abaixo do orçamento - faltando apenas 25 dias para sua conclusão. O Índice de Desempenho é 30 / 25 = 1,2 ou 120%.
Podemos estimar que o projeto será concluído com uma insuficiência de 20% no orçamento e reduzir nossas estimativas de acordo.
Se as tarefas forem extensas (mais do que cinco dias) ou se existirem muitas tarefas parcialmente concluídas, convém incluí-las na análise. Aplique um "percentual de conclusão" subjetivo, multiplique-o pela estimativa de esforço da tarefa e inclua-o no valor atribuído. É possível obter maior consistência nos resultados se existirem regras claras para atribuir o percentual de conclusão. Por exemplo, uma regra que poderia ser estabelecida é que uma tarefa de codificação não receba uma conclusão superior a 80% enquanto o código não passar por uma revisão.
O valor atribuído é abordado com mais detalhes na seção Um Conjunto Completo de Métricas: Plano de Projeto mais adiante.
Em geral, é útil controlar a tendência de defeitos abertos e fechados. Esse controle fornece uma indicação aproximada da existência ou não de uma quantidade significativa de trabalho de correção de defeitos a ser concluído e da rapidez com que estão sendo fechados.

As tendências de defeitos são apenas uma das métricas fornecidas pelo Rational ProjectConsole.
A última medida de abrangência é quanto da funcionalidade foi integrado.
Se cada uma das tarefas de desenvolvimento representar um conjunto de funcionalidades integradas, um gráfico de tendências de valor atribuído poderá ser suficiente.
Uma forma bastante simples de informar o andamento é utilizar uma Tendência de Andamento de Teste.

Em muitos projetos, o conjunto mínimo de métricas descrito anteriormente não é suficiente.
O livro Software Project Management, a Unified framework [ROY98] recomenda o conjunto de métricas a seguir para todos os projetos. Observe que essas métricas requerem dados reais e estimados de Linhas de Código-Fonte (SLOC) para cada solicitação de mudança, que podem ser obtidos através de esforço adicional.
| Total de SLOC | SLOCt = Tamanho total estimado do código. Pode ser alterado consideravelmente à medida que os requisitos são compreendidos melhor e as soluções de design amadurecem. Inclua software reutilizado que esteja sujeito a mudanças pela equipe. |
| SLOC sob controle de configuração |
SLOCc = Baseline atual |
| Defeitos críticos | SCO0 = número de SCO do tipo 0 (onde SCO é uma Pedido de Mudança de Software - outro termo para Solicitação de Mudança) |
| Defeitos normais | SCO1 = número de SCO do tipo 1 |
| Solicitações de melhoria | SCO2 = número de SCO do tipo 2 |
| Novas características | SCO3 = número de SCO do tipo 3 |
| Número de SCO | N = SCO0 + SCO1 + SCO2 |
| Retrabalho Aberto (quebra) | B = SLOC interrompidas cumulativas devido a SCO1 e SCO2 |
| Retrabalho fechado (correções) | F = SLOC corrigidas cumulativas |
| Esforço de retrabalho | E = esforço cumulativo empregado para corrigir SCO do tipo 0/1/2 |
| Tempo de uso | UT = horas de operação de uma determinada baseline em cenários de uso realistas |
Outras métricas interessantes podem resultar desse conjunto pequeno de métricas:
| Taxa de retalhamento | B/SLOCt, porcentagem de produto retalhado |
| Taxa de retrabalho | E/Esforço total, porcentagem de esforço de retrabalho |
| Modularidade | B/N, quebra média por SCO |
| Adaptabilidade | E/N, esforço médio por SCO |
| Maturidade | UT/(SCO0 + SCO1), Tempo médio entre defeitos |
| Manutenibilidade | (taxa de retalhamento)/(taxa de retrabalho), produtividade da manutenção |
| Estabilidade de retrabalho | B - F, quebra versus correções ao longo do tempo |
| Quantidade de retrabalho | (B-F)/SLOCc, retrabalho aberto no momento |
| Tendência de modularidade | Modularidade, ao longo do tempo |
| Tendência de adaptabilidade | Adaptabilidade, ao longo do tempo |
| Tendência de maturidade | Maturidade, ao longo do tempo |
Os itens a serem medidos são:
- o Processo a seqüência de atividades acionada para criar o software (e outros artefatos);
- o Produto os artefatos do processo, como software, documentos e modelos;
- o Projeto a totalidade de recursos, atividades e artefatos do projeto;
- os Recursos pessoas, métodos, ferramentas, tempo, esforço e orçamento disponíveis para o projeto.
Para caracterizar completamente o processo, as medições deverão ser efetuadas no nível mais inferior das atividades planejadas formalmente. As atividades serão planejadas pelo Gerente de Projeto através de um conjunto inicial de estimativas. Um registro dos valores reais ao longo do tempo e de quaisquer estimativas atualizadas deverá ser mantido.
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Métricas |
Comentários |
| Duração | Tempo decorrido da atividade |
| Esforço | Unidades de esforço de equipe (equipe-horas, equipe-dias, etc.) |
| Saída | Artefatos e seus respectivos tamanhos e quantidades (observe que os defeitos serão incluídos como uma saída das atividades de teste) |
| Uso do ambiente de desenvolvimento de software | CPU, memória, ferramentas de software, equipamentos (estações de trabalho, PCs), disponibilidades. Observe que esses itens podem ser coletados para um projeto pela Autoridade de Ambiente de Engenharia de Software (SEEA). |
| Defeitos, taxa de detecção, taxa de correção. | O Tempo/esforço total de correção e o retalhamento/retrabalho total (onde isso pode ser medido) também precisam ser coletados. Provavelmente, serão provenientes de informações obtidas dos defeitos (considerados como artefatos). |
| Solicitações de mudança, taxa de imposição, taxa de descarte. | Conforme acima, em tempo/esforço. |
| Outros incidentes que possam estar relacionados a essas métricas (texto livre) | Esta é uma métrica, na medida em que é um registro de um evento que afetou o processo. |
| Números, perfil (ao longo do tempo) e características da equipe |
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| Rotatividade de pessoal | Métrica útil para explicar, em uma revisão post-mortem, por que um processo foi bem-sucedido ou não. |
| Aplicação de esforço | A forma como o esforço é empregado durante a realização das atividades planejadas (em relação às quais o tempo é formalmente registrado para o gerenciamento de contas de custo) pode ajudar a explicar variações na produtividade. Eis alguns exemplos de subclasses de aplicação de esforço:
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| Inspeções, inspeções técnicas, revisões (durante uma atividade - não revisões programadas separadamente) | Registre a quantidade e a duração destes itens e o número de questões levantadas. |
| Desvios do processo (apontados como descumprimentos, exigindo mudanças no projeto) | Registre a quantidade e a gravidade dos desvios. Isso indica que talvez seja necessário mais treinamento, que o processo não esteja sendo aplicado corretamente ou que a forma como o processo foi configurado esteja incorreta |
| Problemas do processo (apontados como defeitos do processo, exigindo mudanças no processo) | Registre a quantidade e a gravidade dos problemas. Essas informações serão úteis nas revisões post-mortem e constituem feedback essencial para a Autoridade de Processo de Engenharia de Software (SEPA). |
Os produtos no Rational Unified Process (RUP) são os artefatos, que são documentos, modelos ou elementos do modelo. Os modelos são conjuntos de itens semelhantes (os elementos do modelo). Por isso, as métricas recomendadas são listadas aqui com os modelos aos quais elas se aplicam. Geralmente é fácil identificar se uma métrica se aplica ao modelo como um todo ou a um elemento. Quando isso não está claro, é fornecido um texto explicativo.
Em geral, estas são as características que estamos interessados em medir:
- Tamanho uma medida do número de itens em um modelo; a duração, a extensão ou o volume de um item
- Qualidade
- Defeitos indicações de que um artefato não se comporta conforme especificado, não obedece à especificação correspondente ou possui outras características indesejáveis
- Complexidade uma medida da dificuldade de uma estrutura ou de um algoritmo. Quanto maior a complexidade, mais difícil é compreender e modificar uma estrutura. Além disso, há indícios de que estruturas complexas tendam a apresentar falhas
- Acoplamento uma medida do quanto os elementos de um sistema estão interconectados
- Coesão uma medida do quanto um elemento ou componente satisfaz o requisito de ter uma finalidade única e bem definida
- Primitividade o grau até onde as operações ou os métodos de uma classe podem ser compostos a partir de outras operações ou métodos oferecidos pela classe
- Abrangência uma medida do quanto um artefato satisfaz todos os requisitos (explícitos e implícitos o Gerente de Projeto deve se esforçar para explicitá-los ao máximo a fim de limitar o risco de expectativas não cumpridas). Optamos por não fazer a distinção aqui entre suficiente e completo.
- Rastreabilidade uma indicação de que os requisitos em um nível estão sendo satisfeitos por artefatos em um nível inferior e, sob uma outra perspectiva, de que um artefato em qualquer nível tem um motivo para existir
- Volatilidade o grau de mudança ou manipulações em um artefato em decorrência de defeitos ou requisitos variáveis
- Esforço uma medida do trabalho (unidades de equipe-tempo) necessário para produzir um artefato
Nem todas essas características se aplicam a todos os artefatos: as mais relevantes são mencionadas com o artefato específico nas tabelas a seguir. Há casos em que diversas métricas são listadas em relação a uma característica. Isso quer dizer que possivelmente todas são interessantes, por fornecerem uma descrição completa da característica a partir de várias perspectivas. Por exemplo, quando você considerar a rastreabilidade de Casos de Uso, em última instância, todos devem ser rastreáveis para um modelo de implementação (testado). Nesse meio tempo, ainda será interessante para o Gerente de Projeto saber quantos Casos de Uso podem ser rastreados para o Modelo de Análise, como uma medida de progresso.
As métricas recomendadas se aplicam a todos os documentos do RUP.
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Característica |
Métricas |
| Tamanho | Contagem de páginas |
| Esforço | Unidades de equipe-tempo para produção, mudanças e correções |
| Volatilidade | Quantidade de mudanças, defeitos (abertos, fechados); páginas de mudanças |
| Qualidade | Medida diretamente através da contagem de defeitos |
| Abrangência | Não é medida diretamente: o julgamento é feito na revisão |
| Rastreabilidade | Não é medida diretamente: o julgamento é feito na revisão |
Isto é, na verdade, um elemento do modelo.
Característica Métricas Tamanho
- número do total de requisitos (= Nu+Nd+Ni+Nt)
- número a ser rastreado para casos de uso ( = Nu)
- número a ser rastreado apenas para design, implementação, teste ( = Nd)
- número a ser rastreado apenas para implementação, teste ( = Ni)
- número a ser rastreado apenas para teste ( = Nt)
Observe que isso divide os requisitos em dois grupos: aqueles que serão modelados pelos Casos de Uso e naqueles que não o serão. Espera-se que a rastreabilidade de Casos de Uso seja responsável pelos requisitos atribuídos aos Casos de Uso, de modo a controlar o design, a implementação e o teste.
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas)
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados)
Qualidade
- Defeitos número de defeitos (abertos, fechados), por gravidade
Rastreabilidade
- Rastreabilidade de Requisitos para UC = Rastreável para Modelo de Casos de Uso/Nu
- Rastreabilidade de Design = Rastreável para Modelo de Design/Nd
- Rastreabilidade de Implementação = Rastreável para Modelo de Implementação/(Nd+Ni)
- Rastreabilidade de Teste = Rastreável para modelo de teste/(Nd+Ni+Nt)
Característica Métricas Tamanho
- Número de Casos de Uso
- Número de Pacotes de Casos de Uso
- Nível Relatado de Caso de Uso (consulte o artigo "The Estimation of Effort and Size based on Use Cases", disponível na Central de Recursos)
- Número de cenários (total e por caso de uso)
- Número de atores
- Tamanho do Caso de Uso (páginas de fluxo de eventos, por exemplo)
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas)
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados)
Qualidade
- Complexidade relatada (0-5, por analogia com COCOMO (Construct Cost Model) [BOE81], no nível de classe. A faixa de complexidade é mais estreita em níveis mais altos de abstração; consulte o artigo "The Estimation of Effort and Size based on Use Cases", disponível na Central de Recursos)
- Defeitos número de defeitos (abertos, fechados), por gravidade
Abrangência
- Casos de Uso concluídos (revisados e sob gerenciamento de configuração sem defeitos pendentes)/casos de uso identificados (ou número estimado de casos de uso)
- Rastreabilidade de Requisitos para UC (a partir de Atributos de Requisitos)
Rastreabilidade
- Análise
- Cenários realizados no modelo de análise/total de cenários
- Design
- Cenários realizados no modelo de design/total de cenários
- Implementação
- Cenários realizados no modelo de implementação/total de cenários
- Teste
- Cenários realizados no modelo de teste (casos de teste)/total de cenários
Característica Métricas Tamanho
- Número de classes
- Número de subsistemas
- Número de subsistemas de subsistemas ...
- Número de pacotes
- Métodos (internos, externos) por classe
- Atributos (internos, externos) por classe
- Profundidade da árvore de herança
- Número de filhos
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas)
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados)
Qualidade Complexidade
- Resposta para uma Classe (RFC): talvez seja difícil calculá-la porque é necessário um conjunto completo de diagramas de interação.
Acoplamento
- Número de filhos
- Acoplamento entre objetos (desdobramento de classes)
Coesão
- Número de filhos
Defeitos
- Número de defeitos (abertos, fechados), por gravidade
Abrangência
- Número de classes concluídas/número de classes estimadas (identificadas)
- Rastreabilidade de análise (no modelo de Casos de Uso)
Rastreabilidade Não aplicável o modelo de análise se transforma no modelo de design.
Podemos observar aqui algumas métricas técnicas específicas de OO que talvez não sejam familiares: profundidade da árvore de herança, número de filhos, resposta para uma classe, acoplamento entre objetos, e assim por diante. Consulte [HEND96] para obter detalhes sobre o significado e o histórico dessas métricas. Várias dessas métricas foram sugeridas originalmente por Chidamber e Kemerer (consulte "A metrics suite for object oriented design", Transações IEEE sobre Engenharia de Software, 20(6), 1994), mas nós as aplicamos aqui conforme sugerido em [HEND96] e preferimos a definição de falta de coesão em métodos (LCOM, lack of cohesion in methods) apresentada nesse trabalho.
Característica Métricas Tamanho
- Número de classes
- Número de subsistemas de design
- Número de subsistemas de subsistemas ...
- Número de pacotes
- Métodos (internos, externos) por classe
- Atributos (internos, externos) por classe
- Profundidade da árvore de herança
- Número de filhos
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas)
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados)
Qualidade Complexidade
- Resposta para uma Classe (RFC): talvez seja difícil calculá-la porque é necessário um conjunto completo de diagramas de interação.
Acoplamento
- Número de filhos
- Acoplamento entre objetos (desdobramento de classes)
Coesão
- Número de filhos
Defeitos
- Número de defeitos (abertos, fechados), por gravidade
Abrangência
- Número de classes concluídas/número de classes estimadas (identificadas)
- Rastreabilidade de design (no modelo de Casos de Uso)
- Rastreabilidade de design (nos Atributos de Requisitos)
Rastreabilidade Número de classes no Modelo de Implementação/número de classes
Característica Métricas Tamanho
- Número de classes
- Número de componentes
- Número de subsistemas de implementação
- Número de subsistemas de subsistemas ...
- Número de pacotes
- Métodos (internos, externos) por classe
- Atributos (internos, externos) por classe
- Tamanho de métodos*
- Tamanho de atributos*
- Profundidade da árvore de herança
- Número de filhos
- Tamanho* estimado na conclusão
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas)
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados)
- Quebra* para cada mudança corretiva ou de aperfeiçoamento, estimada (antes da correção) e real (no fechamento)
Qualidade Complexidade
- Resposta para uma Classe (RFC)
- Complexidade ciclomática de métodos**
Acoplamento
- Número de filhos
- Acoplamento entre objetos (desdobramento de classes)
- Acoplamento para transmissão de mensagens (MPC)***
Coesão
- Número de filhos
- Falta de coesão em métodos (LCOM)
Defeitos
- Número de defeitos (abertos, fechados), por gravidade
Abrangência
- Número de unidades de classe testadas/número de classes no modelo de design
- Número de classes integradas/número de classes no modelo de design
- Rastreabilidade de implementação (no modelo de Casos de Uso)
- Rastreabilidade de implementação (nos Atributos de Requisitos)
- Rastreabilidade do modelo de teste multiplicada pela Abrangência do Teste
- Integração ativa e tempo de teste do sistema (acumulado a partir do processo de teste), ou seja, o tempo de operação do sistema (usado para calcular a maturidade)
* É necessário escolher algum método para medir o tamanho do código e depois aplicá-lo de forma consistente (por exemplo, sem comentários, sem espaços em branco). Consulte [ROY98] para obter informações sobre os méritos e a aplicação de 'linhas de código' como uma métrica. Consulte essa mesma referência também para obter a definição de 'quebra'.
** O uso da complexidade ciclomática não é aceito mundialmente, principalmente quando aplicado aos métodos de uma classe. Consulte [HEND96] para obter informações sobre essa métrica.
*** Obtido originalmente de Li e Henry, "Object-oriented metrics that predict maintainability", J. Systems and Software, 23(2), 1993, e também descrito em [HEND96].
Modelo de Teste
Característica Métricas Tamanho
- Número de Casos, Procedimentos e Scripts de Teste
Esforço
- Unidades de equipe-tempo (com produção, mudanças e correções separadas) para a produção de casos de teste, e assim por diante
Volatilidade
- Número de defeitos e solicitações de mudança (abertos, fechados, em relação ao modelo de teste
Qualidade
- Defeitos número de defeitos (abertos, fechados) por gravidade (estes defeitos são aqueles apontados em relação ao próprio modelo de teste, e não aqueles apontados pela equipe de teste em relação a outro software)
Abrangência
- Número de casos de teste registrados/número de casos de teste estimados
- Rastreabilidade de teste (no modelo de Casos de Uso)
- Rastreabilidade de teste (nos Atributos de Requisitos)
- Cobertura do código
Rastreabilidade
- Número de Casos de Teste relatados como bem-sucedidos no Sumário de Avaliação de Testes/Número de casos de teste
Modelo de Mudança é um modelo conceitual para apresentações consistentes. As métricas serão coletadas de qualquer sistema usado para gerenciar Solicitações de Mudança.
Característica Métricas Tamanho
- Número de defeitos, solicitações de mudança por gravidade e status; também categorizado como número de mudanças de aperfeiçoamento, número de mudanças de adaptação e número de mudanças corretivas.
Esforço
- Esforço para correção de defeitos, esforço para implementação de mudanças em unidades de equipe-tempo
Volatilidade
- Quebra (estimada, real) para o subconjunto do modelo de implementação.
Abrangência
- Número de defeitos detectados/número de defeitos estimados (se um modelo de confiabilidade for usado)
Plano de Projeto (seção 4.2 do Plano de Desenvolvimento de Software)
Essas são medidas provenientes da aplicação de Técnicas de Valor Atribuído ao gerenciamento de projeto; são chamadas em conjunto de Critérios de Sistemas de Controle de Custos/Cronograma (C/SCSC). Uma técnica simples de valor atribuído que é descrita acima como parte de Um Conjunto Mínimo de Métricas. É possível realizar análises mais detalhadas usando métricas relacionadas, que incluem:
- BCWS, Custo Orçado para Trabalho Programado
- BCWP, Custo Orçado para Trabalho Realizado
- ACWP, Custo Real para Trabalho Realizado
- BAC, Orçamento na Conclusão
- EAC, Estimativa na Conclusão
- CBB, Base do Orçamento Contratual
- LRE, Estimativa Revisada Mais Recente (EAC)
e fatores derivados para variação de custos, variação de cronograma, e assim por diante. Consulte [ROY98] para obter informações sobre a aplicação de uma abordagem de valor atribuído ao gerenciamento do projeto de software.
O projeto precisa ser caracterizado em termos de tipo, tamanho, complexidade e formalidade (embora tipo, tamanho e complexidade geralmente determinem formalidade), pois esses aspectos condicionarão as expectativas sobre vários limites de medidas de nível inferior. Outras restrições deverão ser informadas no contrato (ou nas especificações). As métricas resultantes do processo, do produto e dos recursos captarão todas as outras métricas no nível do projeto. O tipo e o domínio do projeto podem ser registrados através de uma descrição de texto, certificando-se de que haja detalhes suficientes para caracterizar o projeto com precisão. Registre o tamanho do projeto por custo, esforço, duração, tamanho do código a ser desenvolvido e pontos de função a serem liberados. A complexidade do projeto pode ser descrita - um pouco subjetivamente colocando-o em um gráfico que mostre a complexidade técnica e de gerenciamento em relação a outros projetos concluídos. [ROY98], A figura 14-1 mostra esse diagrama.
As métricas derivadas descritas em [ROY98], que são os principais indicadores do Gerente de Projeto, podem ser obtidas das métricas reunidas para o produto e o processo. São elas:
* NCNB é um tamanho de código sem comentários, sem espaços vazios.
O andamento deve ser relatado a partir do plano do projeto, cujo status é definido usando métricas de conclusão de artefato, com um peso específico (a partir da perspectiva de um valor atribuído) sendo atribuído à produção do software.
Se um modelo de estimativa como o COCOMO (consulte [BOE81] for usado, os vários fatores de escala e geradores de custos deverão ser registrados. Na verdade, esses elementos formam uma caracterização bastante detalhada do projeto.
Os itens a serem medidos incluem pessoas (experiência, habilidades, custo, desempenho), métodos e ferramentas (em termos do efeito sobre a produtividade, a qualidade e o custo), tempo, esforço e orçamento (recursos utilizados, recursos restantes).
O perfil profissional deve ser registrado ao longo do tempo, mostrando o tipo (analista, designer, etc.), a categoria (que implica no custo) e a equipe para a qual foi alocado. Tanto os dados reais como os planejados devem ser registrados.
Vale ressaltar novamente que o modelo COCOMO requer a caracterização da experiência e da capacidade da equipe, bem como do ambiente de desenvolvimento de software. Ele é um excelente framework para manter essas métricas.
As informações sobre despesas, orçamento e cronograma serão obtidas do Plano de Projeto.
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Rational Unified Process
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